Mercados num minuto Abertura dos mercados: Bolsas e dólar em alta com Clinton mais perto da Casa Branca

Abertura dos mercados: Bolsas e dólar em alta com Clinton mais perto da Casa Branca

As bolsas europeias estão a subir mais de 1%, animadas pela decisão do FBI de ilibar Clinton no caso dos emails, deixando a candidata democrata mais perto da Casa Branca.
Abertura dos mercados: Bolsas e dólar em alta com Clinton mais perto da Casa Branca
Reuters
Rita Faria 07 de Novembro de 2016 às 09:45

Os mercados em números

PSI-20 sobe 0,97% para 4.521,42 pontos

Stoxx 600 ganha 1,10% para 332,43 pontos

Nikkei valorizou 1,61% para 17.177,21 pontos

Juros da dívida portuguesa a dez anos descem 5,7 pontos base para 3,234%

Euro recua 0,81% para 1,1050 dólares

Petróleo em Londres sobe 1,34% para 46,19 dólares o barril

 

Bolsas europeias sobem mais de 1%

As bolsas europeias estão a negociar em alta esta segunda-feira, 7 de Novembro, recuperando das perdas das últimas semanas. A animar as acções está a decisão do FBI de ilibar Hillary Clinton no caso dos emails e ainda as mais recentes sondagens que dão vantagem à candidata democrata na corrida à Casa Branca.

 

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, ganha 1,10% para 332,43 pontos, animado sobretudo pelas cotadas da energia e da banca, com o HSBC a liderar as subidas, depois de ter apresentado os resultados do terceiro trimestre. Na bolsa nacional, o PSI-20 sobe 0,97% para 4.521,42 pontos, animado sobretudo pelo BCP, EDP e Galp Energia. O banco liderado por Nuno Amado valoriza 1,37% para 1,181 euros, a EDP avança 1,82% para 2,902 euros e a Galp sobe 0,97% para 11,93 euros, depois de ter anunciado, esta manhã, que reforçou a sua posição em São Tomé e Príncipe.

 

Juros descem na Europa

Os juros da dívida pública portuguesa estão a descer em todas as maturidades, acompanhando uma tendência de alívio que se estende à generalidade dos países da Zona Euro. A ‘yield’ associada às obrigações portuguesas a dez anos caem 5,7 pontos base para 3,234%, enquanto em Espanha a descida é de 2,1 pontos para 1,247%.

 

A excepção é a Alemanha, onde os juros dos títulos a dez anos sobem 2,4 pontos para 0,159%.

 

Dólar recupera

O índice que mede a evolução do dólar face às principais congéneres mundiais está a subir depois de quatros sessões de quedas, depois de o veredicto do FBI sobre o caso dos emails ter aumentado a procura por activos mais arriscados.

 

Na semana passada, a moeda norte-americana desvalorizou devidos aos receios dos investidores de que Donald Trump, considerado mais imprevisível do que a sua rival democrata, pudesse "rasgar" os acordos comerciais dos Estados Unidos – como já garantiu que faria se ganhar as eleições - numa altura em que as sondagens mantinham os dois candidatos muito próximos.

 

Petróleo sobe após sismo em Oklahoma

O petróleo está a valorizar depois de seis sessões consecutivas de perdas, após um sismo de magnitude 5,0 em Oklahoma, no domingo, perto do maior centro de armazenamento do país, ter levado alguns operadores a suspender as operações por precaução.

 

O West Texas Imtermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, sobe 1,63% para 44,79 dólares, enquanto o Brent, transaccionado em Londres, ganha 1,34% para 46,19 dólares.

 

A contribuir para a subida da matéria-prima está ainda a garantia do ministro da energia da Argélia de que não há volta atrás no acordo da OPEP para cortar a produção.

 

Ouro desce pela primeira vez em oito sessões

 

O metal precioso está a negociar em terreno negativo pela primeira vez em oito sessões, acompanhando a descida dos preços de um conjunto de activos considerados como menos arriscados. Isto numa altura em que estão reforçadas as perspectivas de Hillary Clinton vencer as eleições nos Estados Unidos, depois de o FBI ter considerado que a democrata não cometeu qualquer crime.

O ouro cai 1,61% para 1.284,05 dólares por onça, enquanto a prata desce 1,5% para 18,1501 dólares.

 




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Anónimo Há 3 semanas

COFINA: INVERSÃO DA QUEDA
Receitas de jornais e TV no 1ºSem./16 caíam -1% (para 39,9 M€), 3 meses após no conjunto de 9 meses/2016 já sobem 0,9% (para 61,1 M€). Dívida liquida continua a baixar,para 56,5 M€,menos 2,1 M€ que final de Junho/16. E, tem lucros de 3,6 M€ nos 9 meses. COMPRAR FORTEMENTE.

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