Mercados num minuto Abertura dos mercados: Bolsas em queda à espera de Yellen e Draghi. Petróleo volta a subir

Abertura dos mercados: Bolsas em queda à espera de Yellen e Draghi. Petróleo volta a subir

As bolsas europeias negoceiam com sinal vermelho, num dia em que se aguarda pelos discursos de Mario Draghi e Janet Yellen. O petróleo sobe pela quarta sessão e os juros seguem sem tendência definida.
Abertura dos mercados: Bolsas em queda à espera de Yellen e Draghi. Petróleo volta a subir
Reuters
Rita Faria 27 de junho de 2017 às 09:18

Os mercados em números

PSI-20 desce 0,30% para 5.218,76 pontos

Stoxx 600 perde 0,33% para 387,77 pontos

Nikkei valorizou 0,36% para 20.225,09 pontos

Juros da dívida portuguesa a dez anos sobem 0,4 pontos para 2,935%

Euro ganha 0,02% para 1,1184 dólares

Petróleo em Londres sobe 0,61% para 46,11 dólares o barril

 

Bolsas europeias em queda à espera de Yellen e Draghi

As bolsas europeias estão a negociar em queda esta terça-feira, 27 de Junho, num dia em que os investidores aguardam pelos discursos dos presidentes dos maiores bancos centrais do mundo: Janet Yellen, presidente da Reserva Federal norte-americana, que discursa esta terça-feira, nos Estados Unidos, e Mario Draghi, presidente do BCE, que marcará presença no 4º Fórum anual sobre Bancos Centrais, em Sintra.

 

O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, perde 0,33% para 387,77 pontos, penalizado sobretudo pelas cotadas do sector automóvel.

 

Por cá, o PSI-20 acompanha a tendência com uma descida de 0,30% para 5.218,76 pontos, motivada sobretudo pelo BCP, que perde 0,68% para 23,46 cêntimos, e pela Jerónimo Martins, que desliza 0,82% para 13,125 euros.

 

Juros portugueses em alta ligeira

Os juros da dívida portuguesa estão em alta ligeira, numa altura em que não há uma tendência definida na Europa. A ‘yield’ associada às obrigações portuguesas a dez anos sobe 0,4 pontos para 2,935%, enquanto em Espanha, no mesmo prazo, desce 0,4 pontos para 1,373%. Na Alemanha está inalterada em 0,245% e em Itália desce 0,3 pontos para 1,896%, um dia depois de o Governo ter anunciado que vai intervir em dois bancos problemáticos e cobrir as suas perdas com um fundo de resgate de 17 mil milhões de euros.

 

Dólar recua

O índice que mede o desempenho do dólar face às principais congéneres mundiais está a deslizar 0,05%, num dia em que a presidente da Fed, Janet Yellen poderá dar pistas sobre o ritmo de subida dos juros nos Estados Unidos. Os investidores vão estar muito atentos ao seu discurso, na medida em que os baixos preços do petróleo têm penalizado as estimativas para a inflação e poderão comprometer os planos do banco central de realizar mais um aumento dos juros aina este ano, depois das subidas de Março e Junho.

 

Petróleo valoriza pela quarta sessão 

O petróleo está a negociar em alta pela quarta sessão consecutiva, animado pelas expectativas de que as reservas de crude dos Estados Unidos terão caído na semana passada. Analistas consultados pela Bloomberg antecipam que os inventários terão diminuído em 2,25 milhões de barris, antes de serem revelados os dados pela Administração de Informação de Energia dos Estados Unidos na quarta-feira.

 

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, valoriza 0,55% para 43,62 dólares, enquanto o Brent, transaccionado em Londres, ganha 0,61% para 46,11 dólares.

 

Ouro recupera de mínimos de mais de um mês

O ouro segue com sinal positivo, depois de ter chegado a desvalorizar 1,61% na sessão de ontem para negociar no valor mais baixo desde 16 de Maio. O metal precioso ganha 0,58% para 1.252,00 dólares, enquanto a prata sobe 0,37% para 16,6705 dólares.

 




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comentários mais recentes
Anónimo 27.06.2017

Ainda não tinha aberto o JN hoje, agora que o fiz, vi logo que o escroto anda por aí. Sim o escroto, aquele que tem os intestinos junto ao cérebro e por conseguinte só diz e escreve asneiras.

O DETUSH SOBE 3 % o BCP DESCE 2 % 27.06.2017

UM DIA hÁDEM PARTIR OS CORNOS DE TANTO MARRAREM O MILENIUM BCP PARA BAIXO

Anónimo 27.06.2017

O problema subjacente à crise de equidade e sustentabilidade é o facto de se andar a dar dinheiro a mais a muita gente que não só não cria valor algum, como por acréscimo não fazem diligentemente outra coisa para além de extrair valor do Estado, da economia e da sociedade. Podem mudar as regras e conceder as ajudas todas que quiserem junto à banca de retalho e ao sector público, mas enquanto não entenderem isto a crise persistirá e terá sempre tendência a se agravar.

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