Mercados num minuto Abertura dos mercados: Bolsas europeias e petróleo em queda. Euro recupera

Abertura dos mercados: Bolsas europeias e petróleo em queda. Euro recupera

As praças europeias estão a negociar em queda depois uma abertura em alta nesta última sessão da semana. Os preços do petróleo estão a cair nos mercados internacionais numa altura em que a OPEP negoceia o acordo.
Abertura dos mercados: Bolsas europeias e petróleo em queda. Euro recupera
Reuters
Ana Laranjeiro 25 de Novembro de 2016 às 09:45

Os mercados em números

PSI-20 desce 0,56% para 4.419,61 pontos

Stoxx 600 recua 0,23% para 341,06 pontos

Nikkei ganhou 0,26% para 18.381,22 pontos

Juros da dívida portuguesa a dez anos descem 2,3pontos para 3,644%

Euro soma 0,35% para 1,0591 dólares

Petróleo em Londres cai 0,82% para 48,60 dólares o barril

Bolsas europeias no vermelho

Depois de um arranque de sessão em alta, as principais praças do Velho Continente inverteram a tendência e seguem do lado das perdas. Isto numa sessão que se prevê calma devido à ausência de muitos investidores nos Estados Unidos devido ao feriado de Acção de Graças. Wall Street regressa hoje à negociação depois da pausa de ontem.

A liderar as quedas na Europa está o principal índice grego, que perde 0,69%, seguido pelo PSI-20 que recua 0,56%, com a maioria das cotadas no vermelho. Destaque para as acções da Nos, que desvalorizam 2,99% para 5,389 euros, depois depois do Santander ter cortado a recomendação da cotada para "manter", com um preço alvo de 6,25 euros. Os CTT descem 1,34% para 5,726 euros. O Stoxx 600, índice de referência, perde 0,23%.

Juros aliviam

Os juros da divida pública portuguesa continuam a aliviar no mercado secundário. A dez anos, os juros exigidos pelos investidores para trocarem dívida entre si descem 2,3 pontos base para 3,644%. No caso da dívida espanhola no mesmo prazo, as "yields" crescem 0,2 pontos base para 1,591%. As obrigações italianas na mesma maturidade sobem 0,2 pontos base para 2,133%. As alemãs perdem 1 ponto base para 0,249% a dez anos.


Desde ontem que se verifica uma tendência de alívio nos juros nacionais. Esta evolução tem lugar depois de na última quarta-feira ter decorrido um agravamento nos juros de vários países europeus após uma notícia da Reuters que indicava que o Banco Central Europeu (BCE) estava a estudar formas de mitigar a escassez de obrigações para servirem como garantia nos mercados de financiamento de curto prazo.


Euro em alta

Depois de várias quedas e ter tocado, ainda ontem, em mínimos de mais de um ano, o euro está a aliviar das perdas e segue a somar face ao dólar. Por esta altura, o euro cresce 0,35% para 1,0591 dólares. Apesar de face ao japonês iene, o dólar está próximo de alcançar o maior ganho de três semanas desde 1995, por esta altura o iene soma 0,20% para 0,008840 dólares.

A moeda norte-americana tem sido impulsionada pelas perspectivas em torno de uma subida dos juros por parte da Reserva Federal dos Estados Unidos já em Dezembro.


Negociações mantêm petróleo em queda

Os preços do petróleo estão a cair nos mercados internacionais numa altura em que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) está focada em negociar um acordo para a estabilização do mercado com o Irão e com a Rússia – que não pertence ao cartel – depois do Iraque ter concordado em cortar a produção.


Como lembrava ontem a Bloomberg, durante meses a Rússia disse à OPEP que preferia congelar a sua produção de petróleo a cortá-la, caso fosse alcançado um acordo. Mas, em privado, o cartel acreditava que Moscovo poderia juntar-se aos membros da OPEP no corte da produção, de acordo com fontes da Bloomberg que pediram para não serem identificadas. A questão é que a Rússia não parece mesmo disposta a reduzir a sua produção da matéria-prima.


Por esta altura, o West Texas Intermediate desce 0,61% para 47,65 dólares por barril. O Brent do Mar do Norte, que serve de referência para as importações nacionais, recua 0,82% para 48,60 dólares por barril.


Ouro próximo de mínimos de nove meses
O ouro tem vindo a ser penalizado pelo fortalecimento do dólar, sendo que o metal amarelo está próximo de mínimos de nove meses. A moeda norte-americana tem sido impulsionada pelas perspectivas de uma subida em breve dos juros por parte da Fed. Ainda assim, nesta altura o ouro para entrega imediata ganha 0,72% para 1.190,16 dólares por onça.




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comentários mais recentes
Mattie Há 1 dia

drago, tin sa te previn ca folosesti fineturi de limbaj cu persoane care nu inteleg enunturi simple, de genul "exista doar 1 sg. DuZ&uzeunqeot;.mergu, te rog sa imi demonstrezi ca exista un singur numar 1!

surpreso Há 1 semana

Para 3,664 ,que grande "alívio" ó Aninhas...O Largo do Rato já tomou nota,ganhaste 1 ponto

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