Mercados num minuto Abertura dos mercados: Bolsas europeias e petróleo no vermelho

Abertura dos mercados: Bolsas europeias e petróleo no vermelho

As bolsas europeias estão a negociar no vermelho pela terceira sessão consecutiva, em mais um dia em que os investidores estão a olhar para os resultados das empresas. O petróleo recua e o euro segue em alta.
Abertura dos mercados: Bolsas europeias e petróleo no vermelho

Os mercados em números
PSI-20 desce 0,08% para 4.707,08 pontos
Stoxx 600 perde 0,29% para 342,07 pontos
Nikkei valorizou 0,15% para 17.391,84 pontos
Juros da dívida portuguesa a dez anos agravam 2,5 pontos base para 3,215%
Euro sobe 0,17% para 1,0907 dólares
Petróleo em Londres cai 0,81% para 50,38 dólares o barril

Bolsas europeias descem pela terceira sessão

As bolsas europeias estão a negociar em queda esta quarta-feira, 26 de Outubro, pela terceira sessão consecutiva, penalizadas pelos resultados de algumas empresas – como o banco Lloyds – que ficaram abaixo do esperado, e pelas cotadas do sector da energia, num dia em que o petróleo segue com sinal vermelho nos mercados internacionais.

Na bolsa nacional, o PSI-20 cai 0,08% para 4.707,08 pontos, pressionado sobretudo pela Jerónimo Martins e pela Galp Energia. A petrolífera desliza 0,67% para 12,665 euros e a retalhista cede 0,78% para 15,815 euros, depois de o Berenberg ter cortado a recomendação para as acções de "comprar" para "manter".

Juros agravam em dia de leilão

No dia em que o Tesouro português testa os mercados com o primeiro leilão de obrigações (para tentar levantar até mil milhões de euros em títulos com maturidade em 2021) depois da DBRS ter mantido inalterados o rating e a perspectiva da República Portuguesa, as yields da dívida nacional seguem em apreciação ligeira em mercado secundário, a acompanhar a tendência dos periféricos do euro.

A dez anos, os juros apreciam 2,5 pontos base para 3,215%, apesar de terem arrancado o dia em alívio ligeiro. O prémio de risco (diferencial para os juros das bunds alemãs) está nos 317,84 pontos base, a distanciar-se dos mínimos de meados de Setembro.

Dólar a caminho da maior subida mensal desde Maio

O índice que mede a evolução do dólar face às principais congéneres mundiais está em queda ligeira pela segunda sessão consecutiva. Ainda assim, a moeda dos Estados Unido prepara-se para completar a maior subida mensal desde Maio, devido à especulação de que a Reserva Federal norte-americana vai subir os juros este ano.

 

Petróleo desce mais de 1%

O petróleo está a desvalorizar nos mercados internacionais, depois de o Instituto do Petróleo Americano ter revelado que as reservas de crude aumentaram, e de a Rússia ter afirmado que prefere manter a produção nos níveis actuais do que reduzir.

O West Texas Intermediate (WTI), negociado em Nova Iorque, recua 1,06% para 49,43 dólares, enquanto o Brent, transaccionado em Londres, desce 0,81% para 50,38 dólares.

 

Ouro próximo de máximos de três semanas

O metal precioso está a negociar próximo do valor mais alto em três semanas, devido à especulação de que a procura será impulsionada pelo festival Diwali, na Índia.

O ouro ganha 0,12% para 1.275,46 dólares por onça, enquanto a prata sobe 0,35% para 17,8295 dólares.




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