Mercados num minuto Abertura dos mercados: Bolsas europeias em alta com sinais animadores da China

Abertura dos mercados: Bolsas europeias em alta com sinais animadores da China

A China e os resultados de algumas empresas estão a levar as bolsas europeias a subir. Também o petróleo está em alta com sinais de acordo da OPEP.
Abertura dos mercados: Bolsas europeias em alta com sinais animadores da China
Alexandra Machado 01 de Novembro de 2016 às 09:10
Os mercados em números
PSI-20 sobe 0,17% para 4.659,93 pontos
Stoxx 600 valoriza 0,52% para 340,72 pontos
Nikkei em alta de 0,10% para 17.442,4 pontos
Juros da dívida portuguesa a dez anos sobem 3,7 pontos base para 3,355%
Euro sobe 0,07% para 1,0989 dólares
Petróleo em Londres em alta de 0,84% para 49,02 dólares o barril

Bolsas europeias sobem
As bolsas europeias iniciaram a sessão desta terça-feira, 1 de Novembro, em alta na generalidade das praças. Isto depois de as bolsas asiáticas terem fechado em alta, após a China ter anunciado dados económicos animadores em relação à produção industrial. O índice de Outubro foi o mais elevado em dois anos. Também na Ásia, enquanto a Europa dormia, o Japão mantinha a política monetária em vigor, tal como o banco central australiano.

Depois da queda na segunda-feira, as bolsas revitalizaram esta terça-feira, também por via dos resultados apresentados. A Shell é das empresas que está a dar algum impulso às subidas. As acções sobem 3,7% depois de ter subido lucros, batendo as estimativas. A BP, que também apresentou resultados, desce 1%. O Stoxx 600 sobe assim 0,5%, depois de ter perdido 1,1% em Outubro. 

Em Lisboa, a bolsa abriu em alta, estando a subir 0,17%, impulsionada pela Galp que sobe 0,16%, para 12,37 euros, mas também pela EDP que valoriza 0,37% para mais de três euros e a REN que acresce 0,64% à sua cotação, para 2,679 euros. No lado das quedas, os CTT continuam em queda depois de terem apresentado uma descida de 9% nos lucros até Setembro. Estão agora a valer 6 euros.

Juros da dívida em alta

As taxas de juro da dívida pública portuguesa, no mercado secundário, estão a transaccionar em alta esta terça-feira, 1 de Novembro. Os juros da dívida a 10 anos, maturidade que serve de referência, sobem 3,7 pontos base para 3,355%.

Depois de no final do dia de ontem terem corrigido em baixa, os juros voltam esta terça-feira a subir. Com a subida também das taxas de juro a 10 anos na Alemanha, o prémio de risco está nos 316 pontos face à dívida germânica.

Euro sobe face ao dólar

A moeda única está a cotar nesta sessão em alta face ao dólar. Sobe 0,07% para os 1,0989 dólares. Apesar desta subida do euro, a divisa norte-americana avançou face às pares no mês de Outubro, com a expectativa de nova subida das taxas de juro, pela Fed, em Dezembro. Esta terça-feira foi a vez de o iene cair, para o nível mais baixo de três meses, depois da decisão do Banco do Japão de manter inalterada a sua política monetária. 

Petróleo em alta com OPEP a definir política

Depois de incertezas sobre cortes na produção dos países membros da OPEP, na segunda-feira o cartel admitiu estar perto de um acordo de longo prazo. Com isso os preços do petróleo estão esta terça-feira a subir: Tanto em Londres, onde o Brent, que serve de referência para as importações nacionais, sobe 0,86% para 49,03 dólares, como em Nova Iorque, onde o crude valoriza 0,28% para 46,99 dólares.

Ouro e prata em alta

Nos mercados das matérias-primas, tanto o ouro como a prata estão em alta esta terça-feira. O ouro valoriza 0,16% para 1.279,23 dólares a onça e a prata vale 17,9743 dólares em alta de 0,36%. 



A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
pub