Mercados num minuto Abertura dos mercados: Bolsas, juros e petróleo em alta

Abertura dos mercados: Bolsas, juros e petróleo em alta

As bolsas europeias estão a subir animadas pelo sector da banca, no dia em que Trump vai reverter regras para o sector. Os juros de Portugal sobem antes do relatório da Fitch, em linha com a tendência dos países do euro.
Abertura dos mercados: Bolsas, juros e petróleo em alta
Reuters

Os mercados em números

PSI-20 sobe 2,03% para 4.589,49 pontos

Stoxx 600 ganha 0,64% para 364,28 pontos

Nikkei valorizou 0,02% para 18.918,20 pontos

Juros da dívida portuguesa a dez anos sobem 1,5 pontos base para 4,137%

Euro recua 0,13% para 1,0745 dólares

Petróleo em Londres sobe 0,69% para 56,95 dólares o barril

Bolsas europeias em alta

As bolsas europeias estão a negociar em alta esta sexta-feira, 3 de Fevereiro, impulsionadas sobretudo pela banca, depois de ter sido noticiado que Donald Trump vai assinar hoje duas ordens executivas para reverter as regras da administração Obama para o sector financeiro. O índice de referência para a Europa, o Stoxx600, ganha 0,64% para 364,28 pontos.


Por cá, o PSI-20 sobe 2,03% para 4.589,49 pontos, devido ao ajuste do valor dos direitos associados ao aumento de capital do BCP em relação ao valor das acções, depois de ter terminado ontem o período de subscrição das novas acções.

A contribuir para os ganhos está ainda a Mota-Engil, que avança 2,74% para 1,61 euros, depois de ter sido noticiado que ganhou um contrato de mais de mil milhões de euros na Tanzânia.  

Juros portugueses sobem antes da Fitch

Os juros associados às obrigações portuguesas a dez anos sobem 1,5 pontos para 4,137%, no dia em que a Fitch tem agendada uma possível decisão sobre a dívida soberana de Portugal, depois de ter adiantado recentemente que há fraquezas no sistema financeiro português e que os rácios de capital são baixos.

A tendência de subida estende-se à generalidade dos países da Zona Euro, com os juros da dívida de Espanha a dez anos a avançarem 2,0 pontos para 1,661% e os da dívida italiana a agravarem-se em 0,9 pontos para 2,243%.

OPEP dá ganhos ao petróleo

O petróleo está prestes a registar a terceira semana de ganhos. A matéria-prima está a ser impulsionada pelos dados que indicam que os membros da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) estão a reduzir a sua produção, tal como havia sido estipulado. As últimas estimativas indicam que a OPEP já alcançou cerca de 60% da meta de redução prevista.

Ainda a marcar a negociação da matéria-prima estão as notícias que dão conta que os Estados Unidos estão a planear aplicar novas sanções ao Irão.

O barril de Brent do Mar do Norte, referência para as importações nacionais, avança 0,69% para 56,95 dólares. Já o West Texas Intermediate, negociado em Nova Iorque, cresce 0,64% para 53,88 dólares por barril.   

 

Dólar recupera pela terceira sessão

O índice que mede a evolução do dólar face às principais congéneres mundiais está a subir pela terceira sessão consecutiva, no dia em que vão ser conhecidos os dados do emprego nos Estados Unidos. Este é um indicador a que os investidores estarão muito atentos para medirem a saúde do mercado de trabalho norte-americano, numa altura em que a Fed se prepara para aumentar gradualmente os juros nos Estados Unidos.  

Esta quarta-feira, o ADP Research Institute revelou que o sector privado, nos Estados Unidos, criou 246 mil postos de trabalho em Janeiro, um valor acima do esperado pelos economistas, que apontavam para uma subida de apenas 165 mil.

Ouro em queda ligeira

O metal precioso está em queda ligeira esta sexta-feira, 3 de Fevereiro, corrigindo das subidas recentes. Segundo dados do World Council, revelados hoje, a procura por ouro atingiu máximos de três anos em 2016, um ano em que os receios em torno de questões políticas, incluindo o Brexit, aumentaram a procura por activos considerados mais seguros.

O ouro recua 0,18% para 1.213,78 dólares por onça, enquanto a prata cai 0,7% para 17,3631 dólares.  




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