Mercados num minuto Abertura dos mercados: Pyongyang volta a pressionar bolsas

Abertura dos mercados: Pyongyang volta a pressionar bolsas

A Coreia do Norte lançou mais um míssil que sobrevoou o Japão, o que voltou a pressionar as bolsas europeias. O petróleo está a descer de máximos, enquanto os juros estão a registar novas subidas.
Abertura dos mercados: Pyongyang volta a pressionar bolsas
Reuters
Sara Antunes 15 de setembro de 2017 às 09:11

Os mercados em números

PSI-20 desce 0,26% para 5.187,78 pontos

Stoxx 600 cai 0,23% para 380,90 pontos

Nikkei valorizou 0,52% para 19.909,50 pontos

"Yield" a 10 anos de Portugal sobe 0,2 pontos base para 2,817%

Euro recua 0,01% para 1,1918 dólares

Petróleo desvaloriza 0,45% para 55,22 dólares por barril

 

Bolsas europeias em queda após novo lançamento de Pyongyang
A Coreia do Norte voltou a disparar um míssil que sobrevoou o Japão, sendo este já o segundo no espaço de um mês. Este contexto está a pressionar a negociação bolsista na Europa, com o arranque de sessão a ser negativo entre as praças europeias. 

O Stoxx600 desce 0,23% para 380,90 pontos, num arranque de sessão marcado pelo vermelho na generalidade dos índices bolsistas europeus, com os investidores a reflectirem a incerteza que tem imperado nos mercados devido à tensão geopolítica que opõe EUA e Coreia do Norte. 

A bolsa nacional não é excepção, com o PSI-20 a ceder 0,26% para 5.187,78 pontos, numa altura em que apenas uma cotada está a contraria a tendência de queda

 

Juros com ganhos ligeiros

As taxas de juro associadas à dívida nacional, e que negoceiam no mercado secundário, estão a registar pequenas subidas, num dia em que a S&P deverá emitir uma nota de análise sobre Portugal, retirando a perspectiva "estável" do "rating" nacional, podendo passar para "positiva". Esta decisão só será conhecida depois do mercado fechar, mas deverá condicionar de alguma forma a negociação de dívida desta sexta-feira.


A taxa de juro implícita na dívida a 10 anos de Portugal está a subir 0,2 pontos base para 2,817%, ao mesmo tempo que a taxa associada à dívida alemã está a cair, o que eleva o prémio de risco de Portugal para 240,7 pontos. 
 

Libra em máximos de 2016 
A perspectiva de retirada de estímulos por parte do Banco de Inglaterra está a sustentar a libra contra as principais divisas mundiais. Contra o dólar, a libra está a negociar nos 1,3442 dólares, o que corresponde ao valor mais elevado desde 7 de Setembro de 2016. Já contra a divisa europeia, a libra está a subir para 1,1262 euros, o nível mais alto desde Julho. 

 

Petróleo recua de máximos
Os preços do petróleo estão a descer, a aliviar de máximos de cinco meses. Ainda assim, o barril do Brent, negociado em Londres e referência para Portugal, está a negociar acima dos 55 dólares. A contribuir para a subida recente do petróleo está a revisão em alta da estimativa de procura de matéria-prima. 

Ouro alívia
O ouro está a registar uma queda de 0,21% para 1.327,01 dólares por onça, a aliviar das subidas recentes que têm sido sustentadas pelos receios em torno de um conflito entre a Coreia do Norte e os EUA. 




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