Mercados num minuto Abertura dos mercados: Bolsas europeias sem tendência definida. Petróleo em alta

Abertura dos mercados: Bolsas europeias sem tendência definida. Petróleo em alta

As principais praças europeias estão a negociar sem uma tendência definida, numa altura em que o mercado avalia os resultados de algumas empresas. Os preços do petróleo estão a subir apesar dos sinais diferentes da Rússia.
Abertura dos mercados: Bolsas europeias sem tendência definida. Petróleo em alta
Bloomberg
Ana Laranjeiro 12 de outubro de 2016 às 09:44
Os mercados em números

PSI-20 cede 0,08% para 4.561,05 pontos

Stoxx 600 soma 0,01% para 340,20 pontos
Nikkei desceu 1,09% para 16.840,00 pontos 

Juros da dívida portuguesa a dez anos sobem 2,1 pontos base para 3,392%

Euro cede 0,28% para 1,1023 dólares

Petróleo em Londres valoriza 0,57% para 52,71 dólares por barril

Bolsas europeias sem tendêndia definida

As principais bolsas europeias estão esta quarta-feira, 12 de Outubro, a negociar sem tendência definida, numa altura em que os investidores avaliam os resultados de algumas empresas. Destaque para as acções da sueca Ericsson, que recua em torno de 18%, ter reportado uma queda nas vendas e nos lucros no terceiro trimestre do ano.

Entre as congéneres europeias, o britânico FTSE é o que mais perde, recuando 0,44%. Por outro lado, o principal índice italiano é o que mais sobe, valorizando 0,40%.

Os investidores vão estar atentos esta quarta-feira às minutas da reunião da Reserva Federal dos Estados Unidos, de 20 e 21 de Setembro. Com este documento, os investidores têm uma oportunidade para avaliar a política monetária do banco central e confirmar as expectativas sobre um aumento de juros até ao final do ano.


Juros em alta

Os juros da dívida pública portuguesa estão a subir no mercado secundário, depois de terem estado a aliviar na sessão de ontem. A dez anos, os juros exigidos pelos investidores para trocarem dívida nacional sobe 2,1 pontos base para 3,392%. No caso da dívida alemã, as "yields" a dez anos sobem 0,8 ponto base para 0,034%. O prémio de risco da dívida nacional está nos 333,1 pontos.


May aceita Brexit no parlamento e libra recupera

A moeda britânica está a valorizar face ao euro e ao dólar, interrompendo assim as quedas recentes. Esta evolução da libra tem lugar numa altura em que os investidores especulam que o Parlamento britânico vai aliviar o plano do Governo para concretizar o Brexit. As quedas acentuadas registadas recentemente devido aos receios com o impacto do Brexit aliviaram depois de o Governo britânico ter recuado e aceite que os planos de saída da União Europeia sejam escrutinados pelo Parlamento.

A confirmação veio esta terça-feira do gabinete da governante, que no entanto quer ver garantido que os deputados não tentarão bloquear o processo de saída nem fragilizar a posição negocial do Governo com as instâncias da União Europeia.

Por esta altura, a libra soma 1,17% para 1,2265 dólares. Face ao euro, a moeda britânica avança 1,48% para 1,1129 euros.


Petróleo no verde

Os preços do petróleo estão a subir nos mercados internacionais numa altura em que há uma incerteza no mercado sobre os esforços para a estabilização do mercado. A Rússia está a dar sinais diferentes sobre este tema. A Rosneft, a maior produtora de petróleo da Rússia, questionou a necessidade de reduzir a produção de petróleo, de acordo com agências internacionais. Este comentário surge poucas horas depois do presidente russo, Vladimir Putin ter dito que o país vai juntar-se à Organização dos Países Exportadores de Petróleo para limitar a produção.


O West Texas Intermediate valoriza 0,37% para 50,98 dólares por barril. O Brent do Mar do Norte, que serve de referência para as importações nacionais, avança 0,57% para 52,71 dólares por barril.

Ouro sobe à espera das minutas da Fed

A cotação do metal amarelo está a subir, numa altura em que os investidores aguardar pela divulgação das minutas da reunião da Reserva Federal dos Estados Unidos. O mercado espera, através deste documento, avaliar a política monetária do banco central e confirmar as expectativas sobre um aumento de juros até ao final do ano. Por esta altura, o ouro para entrega imediata soma 0,14% para 1.254,56 dólares por onça.




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