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As medidas para dinamizar o mercado

O governo apresenta no final desta semana o orçamento para 2018. Depois das medidas aprovadas no âmbito do Capitalizar, os vários agentes do mercado esperam novas medidas para dinamizar o mercado de capitais português. Conheça as medidas que as várias entidades gostariam de ver nas propostas do Executivo.
As medidas para dinamizar o mercado
Bloomberg
Patrícia Abreu 11 de outubro de 2017 às 07:00

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Mais instrumentos e incentivos ao investimento

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mais votado O que é mais importante Há 1 semana

Não se esqueça que o que estará em jogo não será propriamente o interesse de quem se serve da gestão de ativos como instrumento para justificar, renovar e perpetuar “tachos”, mas, isso sim, o superior interesse do País que tinha todo o interesse em que, para alimentar o crescimento futuro, aumentasse drasticamente a taxa de poupança da população.
E para conseguir tal, num país esmagado por dívida pública com nível superior ao que noutros tempos levou a ignominiosa bancarrota, é utópico (não dizendo pior) vir falar em incentivos fiscais.
O caminho só pode ser um esforço no sentido de proporcionar aos Portugueses instrumentos para aplicarem as suas poupanças oferecendo expectativas que os compensem do sacrifício de não consumirem no presente para investirem no futuro. E isso passa por estimular os profissionais da gestão de ativos em Portugal a mostrarem (em Portugal) o que valem em termos de competência, criatividade e dinamismo, sem obrigatoriedade de terem de emigrar para o fazerem.

comentários mais recentes
O que é mais importante Há 1 semana

Não se esqueça que o que estará em jogo não será propriamente o interesse de quem se serve da gestão de ativos como instrumento para justificar, renovar e perpetuar “tachos”, mas, isso sim, o superior interesse do País que tinha todo o interesse em que, para alimentar o crescimento futuro, aumentasse drasticamente a taxa de poupança da população.
E para conseguir tal, num país esmagado por dívida pública com nível superior ao que noutros tempos levou a ignominiosa bancarrota, é utópico (não dizendo pior) vir falar em incentivos fiscais.
O caminho só pode ser um esforço no sentido de proporcionar aos Portugueses instrumentos para aplicarem as suas poupanças oferecendo expectativas que os compensem do sacrifício de não consumirem no presente para investirem no futuro. E isso passa por estimular os profissionais da gestão de ativos em Portugal a mostrarem (em Portugal) o que valem em termos de competência, criatividade e dinamismo, sem obrigatoriedade de terem de emigrar para o fazerem.

E não se esqueçam também (2)... Há 1 semana

De apelar á criatividade dos profissionais portugueses estimulando-os a fazer em Portugal o que alguns dos seus compatriotas que emigraram estão a fazer com assinalável êxito noutros Países: novos fundos de investimento concebidos à medida das necessidades que a teoria aponta para os investidores, e em interação com estes na explicitação dos seus desejos;
De não promover a venda dos fundos de investimento sobre-explorando o prestígio adquirido das redes de vendas, mas antes utilizando esse prestígio para potenciar o que deverá ser prioritário: a qualidade intrínseca dos fundos oferecidos, o grau em que vão ao encontro das necessidades teóricas e desejos concretos dos clientes-investidores;
De não sacrificar o interesse de qualidade dos clientes-investidores ao interesse financeiro de quem lhes vende fundos, restringindo a oferta que lhes é feita aos fundos da casa que lhes dão mais lucro, e não aos fundos de um universo alargado incluindo a melhor concorrência nacional e internacional.

Não se esqueçam também... Há 1 semana

De obrigar as gestoras de fundos a terem uma contabilidade de custos de forma a que as comissões que cobram tenham efetivamente a ver com o efetivo trabalho que têm, e com a rendibilidade que desejam (publicamente assumida) para os seus capitais próprios;
De acabar com a “ lavagem de mãos à Põncio Pilatos” de quem exige a apresentação para análise dos Regulamentos dos Fundos de Investimento e depois os aprova, lavando as mãos de qualquer responsabilidade por omissões ou inexatidões dos mesmos;
De não tolerar existência de departamentos de compliance para “inglês ver” e para legitimar práticas que, sendo do interesse de quem vende produtos de investimento, podem não ser do interesse de quem a Lei manda privilegiar: os clientes-investidores;
De estimular nas gestoras de fundos a auscultação dos clientes e a satisfação interna de exigências de competência e meritocracia, contrariando práticas de nepotismo e uma visão dos cargos de direção como “tachos” imunes a exigências de resultados.

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