Fundos de investimento As principais alterações introduzidas pela nova regulação em 2018
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As principais alterações introduzidas pela nova regulação em 2018

Faltam cerca de três meses para a entrada em vigor da nova directiva para os mercados financeiros. A legislação em Portugal ainda não está fechada mas, do que já se sabe, haverá maior transparência, maior controlo de situações de conflito de interesse, comissões na distribuição de "research" e mercados-alvo bem definidos.
As principais alterações introduzidas pela nova regulação em 2018
Bloomberg
Patrícia Abreu 27 de setembro de 2017 às 07:25

Produtos ajustados ao mercado-alvo
A nova directiva para os mercados financeiros traz novas regras ao nível do "product governance", onde são distinguidos os deveres de quem produz e quem distribui os produtos de

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mais votado Alerta a quem de direito... Há 3 semanas

Nos comentários aqui difundidos na passada 2ªfeira, falava-se nas tradicionais “espertezas saloias” à Portuguesa para tornear a previsível obrigatoriedade dos grandes grupos, com interesses no sector dos fundos de investimentos, de se abrirem aos concorrentes e deles passarem também a comercializar fundos contrariando uma situação de oligopólio no setor. Alguns desses grupos, que não tentam ocultar ineficiências de gestão, exorbitância de comissões e ocultação de riscos só conhecidos de quem gere os fundos – serão indiferentes a tal medida, que até os serve para evidenciar a qualidade do que fazem. Mas há sempre ovelhas negras a quem a referida medida poderá afetar e que, mais do que aplicarem o seu capital de imaginação para melhorarem a qualidade do que fazem, poderão intentar aplicá-lo para se furtarem à comparação com o que os concorrentes fazem. Alerta-se quem de direito para tal possibilidade, acaso favorável a interesses instalados, mas não aos investidores portugueses.

comentários mais recentes
Mifid e Revolução nos Fundos (2) Há 2 semanas

O abaixo citado pode ser uma "revolução" porque é talvez a mais eficaz das atuações contra aquilo a que o ex-presidente da CMVM, Carlos Tavares, se referiu como sendo um "défice de concorrência" nos fundos de investimento em Portugal. Haverá entre nós excelentes profissionais no domínio dos fundos, mas o seu potencial de aproveitamento estará muito aquém do que seria possível porque os grandes grupos bancários, tornando apenas acessíveis aos seus clientes, os seus próprios fundos, defendem-nos da sua possível falta de qualidade relativa, da exorbitância das comissões que cobram, da ocultação de riscos perversos que só quem é íntimo da gestão conhece. É uma situação de efetivo oligopólio que com a medida citada irá desejavelmente acabar, para bem dos investidores em fundos, para bem do País que precisa de estimular a poupança, e para bem dos próprios bancos cujo sucesso, a longo prazo, depende da sua competitividade nos domínios da qualidade e da variedade dos fundos que oferecem.

Leitor do Jornal de Negócios-Explicação Há 2 semanas

Os 2 comentários "Mifid e Revolução nos Fundos" (1) e (2), depois de terem sido publicados e mantidos à leitura na passada 2ª feira, foram possivelmente por lapso anexados a uma noticia também referente ao Mifid publicada em 2 de Fevereiro do corrente ano.Agradece-se a explicação.

Mifid e Revolução nos Fundos (1) Há 2 semanas

A 1 de Maio de 2016 lia-se na imprensa com base em notícia do Financial Times: “ A Comissão Europeia vai impor a arquitetura aberta na comercialização dos fundos de investimento.Sob a nova legislação europeia conhecida como Mifid II, os gestores de ativos se quiserem continuar a receber comissões terão de oferecer aos clientes fundos de investimento de sociedades externas ao banco a que pertencem”.
Se a imposição for de fato concretizado; se não houver “espertezas saloias” a tornear a medida; se uma CMVM, com uma Vice-Presidente que veio dos fundos de investimento, estiver vigilante – tal pode abrir uma nova era relativamente ao futuro em Portugal de instrumentos (por alguém de Referência apelidados dos “Depósitos do século XXI”), suscetíveis de oferecer a quem esforçadamente poupa (em tempo de “vacas magras” na remuneração dos Depósitos), o estimulo de rendibilidade compensatório do sacrifício de privilegiar a prosperidade no futuro em detrimento do consumo no presente.

Alerta a quem de direito... Há 3 semanas

Nos comentários aqui difundidos na passada 2ªfeira, falava-se nas tradicionais “espertezas saloias” à Portuguesa para tornear a previsível obrigatoriedade dos grandes grupos, com interesses no sector dos fundos de investimentos, de se abrirem aos concorrentes e deles passarem também a comercializar fundos contrariando uma situação de oligopólio no setor. Alguns desses grupos, que não tentam ocultar ineficiências de gestão, exorbitância de comissões e ocultação de riscos só conhecidos de quem gere os fundos – serão indiferentes a tal medida, que até os serve para evidenciar a qualidade do que fazem. Mas há sempre ovelhas negras a quem a referida medida poderá afetar e que, mais do que aplicarem o seu capital de imaginação para melhorarem a qualidade do que fazem, poderão intentar aplicá-lo para se furtarem à comparação com o que os concorrentes fazem. Alerta-se quem de direito para tal possibilidade, acaso favorável a interesses instalados, mas não aos investidores portugueses.

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