Investidor Privado As soluções dos bancos para os emigrantes
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

As soluções dos bancos para os emigrantes

O mês de Agosto marca o regresso de milhares de portugueses no estrangeiro para as férias de Verão. E esta é também a altura ideal para colocar em dia as finanças. Conheça as ofertas dos bancos nacionais para emigrantes.
As soluções  dos bancos para  os emigrantes
Patrícia Abreu 17 de julho de 2017 às 10:20

As remessas de emigrantes têm um peso relevante nos depósitos nacionais. Por isso, há vários bancos que destinam soluções específicas para clientes não residentes. Mas, ao contrário do que )

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião1
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Anónimo Há 6 dias

Na CGD é o que é. Não despedem nem que os 2200 colaboradores que não são mais lá precisos assaltem a caixa forte e cuspam em que lhes deu de comer. Nós vamos pagando chorudas comissões e impostos. As leis deste país protegem os ordinários. Na banca de retalho as leis também não os queriam deixar ser precários. Tinham que ser definitivos cheios de direitos adquiridos custasse o que custasse. Depois foi o que se viu.

comentários mais recentes
Anónimo Há 6 dias

Na CGD é o que é. Não despedem nem que os 2200 colaboradores que não são mais lá precisos assaltem a caixa forte e cuspam em que lhes deu de comer. Nós vamos pagando chorudas comissões e impostos. As leis deste país protegem os ordinários. Na banca de retalho as leis também não os queriam deixar ser precários. Tinham que ser definitivos cheios de direitos adquiridos custasse o que custasse. Depois foi o que se viu.

Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub
pub
pub
pub