Mercados Atraso na transposição da DMIF vale processo de Bruxelas
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Atraso na transposição da DMIF vale processo de Bruxelas

Bruxelas abriu um procedimento de infracção contra Portugal e mais 18 países por atrasos na transposição da nova directiva para os mercados financeiros.
Atraso na transposição da DMIF vale processo de Bruxelas
Miguel Baltazar/Negócios
Patrícia Abreu 17 de janeiro de 2018 às 21:56

A nova directiva para os mercados financeiros entrou em vigor no início do ano. Mas, a transposição das novas regras para a legislação portuguesa está atrasada, o que poderá levar à aplicaç

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mais votado É esta a dinamização do Mercado de Capitais ? 17.01.2018

É esta a confiança que se transmite aos investidores nacionais/internacionais com tais exemplos?
É o exemplo que se dá de rigor e rapidez, numa atividade cujo funcionamento se baseia no rigor, e onde a rapidez é tudo?
Senhoras e Senhores:
O País está numa situação perfeitamente dramática em termos de Taxa de Poupança!
Está com uma relação dívida pública/ PIB superior ao valor aquando da bancarrota no tempo do D. Carlos!
Segundo Rogoff, para evitar prejudicar o crescimento económico, precisamos de reduzir o peso da dívida pública para valor inferior a 90 % do PIB;
Para não deixarmos aos nossos filhos um património em capital fixo inferior ao que recebemos dos nossos pais, temos de poupar mais, para podermos investir mais.
Seria inumano forçar os Portugueses a fazê-lo por via de mais impostos.
O único caminho é estimulá-los, dando-lhes maiores prémios.
E um Mercado de Capitais “a sério”, e uma indústria de Gestão de Ativos criativa e devidamente orientada - poderiam ajudar muito !

comentários mais recentes
Apelo à Assembleia da Republica 18.01.2018

Estará para apreciação na AR legislação que visa reforçar a proteção dos Investidores e esconjurar o risco de que venham novamente a serem burlados.
Tudo o que puder ser legislado em tal sentido, (sem matar a “galinha dos ovos de ouro” que pode ser para os Portugueses a Gestão de Ativos), é naturalmente bem-vindo, na perspetiva do investidor que Vos escreve.
Mas, já que vão pôr a “mão na massa”, não olvidem sff a possibilidade de também estudarem legislação no sentido de dinamizarem o moribundo mercado de capitais em Portugal:
-Intentando incrementar o nível de Literacia Financeira dos Portugueses;
-Estimulando decisivamente a concorrência na indústria da Gestão de Ativos
(nomeadamente contrariando as tentações para “tosquiar” os clientes nas comissões
e servir de albergue a parasitas que só procuram “tachos”, mas principalmente, potenciando uma sua criatividade e dinamismo que sempre foi característica dos Portugueses).
-Reprimindo ocultação de riscos.
-Responsabilizando Compliances

Não nos serviu de emenda ! 18.01.2018

É de lamentar o atraso numa concretização relativamente à qual, desde 2011, tinha havido angustiados avisos internos que viria a ser necessária.
Mas, mais do que a péssima imagem que se transmite para o exterior,
é o sinal que se transmite aos Investidores de que:
Haverá rigor para cobrar os perto de 22 milhões de € com que Eles têm de contribuir para sustentar um Supervisor com mais de 200 funcionários;
Mas não o haverá para evitar atrasos que deixam ficar mal o País.
Um País que enfrenta uma dramática situação em termos de Taxa de Poupança,
justificando-se tudo o que possa ser mobilizado para enfrentar o Problema;
Um País, que também quiçá por falta de rigor e muito laxismo, se depara agora com a realidade dos seus Cidadãos serem chamados a pagar uma fatura de perto de 20 biliões de €,
resultantes do que aconteceu na Banca nos últimos anos.
Pelos vistos parece não nos ter servido de emenda porque, quanto a preocupações de rigor, nomeadamente de cumprir prazos, é o que se vê !

É esta a dinamização do Mercado de Capitais ? 17.01.2018

É esta a confiança que se transmite aos investidores nacionais/internacionais com tais exemplos?
É o exemplo que se dá de rigor e rapidez, numa atividade cujo funcionamento se baseia no rigor, e onde a rapidez é tudo?
Senhoras e Senhores:
O País está numa situação perfeitamente dramática em termos de Taxa de Poupança!
Está com uma relação dívida pública/ PIB superior ao valor aquando da bancarrota no tempo do D. Carlos!
Segundo Rogoff, para evitar prejudicar o crescimento económico, precisamos de reduzir o peso da dívida pública para valor inferior a 90 % do PIB;
Para não deixarmos aos nossos filhos um património em capital fixo inferior ao que recebemos dos nossos pais, temos de poupar mais, para podermos investir mais.
Seria inumano forçar os Portugueses a fazê-lo por via de mais impostos.
O único caminho é estimulá-los, dando-lhes maiores prémios.
E um Mercado de Capitais “a sério”, e uma indústria de Gestão de Ativos criativa e devidamente orientada - poderiam ajudar muito !

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