Bolsa Bolsa de Lisboa soma pela terceira sessão, novos máximos da Corticeira e Semapa

Bolsa de Lisboa soma pela terceira sessão, novos máximos da Corticeira e Semapa

O dia voltou a ser de ganhos para a praça portuguesa, que arrancou com sinal positivo o mês de Junho, depois de quatro meses consecutivos sem perder. A excepção na Europa foi Madrid, penalizada pelo Banco Popular.
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Paulo Zacarias Gomes 01 de junho de 2017 às 16:43

A praça portuguesa arrancou Junho de forma positiva, depois de ter encerrado o maior ciclo de valorizações mensais (quatro meses consecutivos) dos últimos dois anos.

O PSI-20, com uma valorização de 0,45% para 5.313,59 pontos, voltou esta quinta-feira a fechar a sessão em máximos de quase um ano e meio (Dezembro de 2015), acumulando a terceira sessão positiva consecutiva.

A conduzir os ganhos em Lisboa estiveram os títulos dos CTT (2,4% para 5,548 euros), Nos (1,32% para 5,515 euros), Sonae (0,98% para 0,926 euros, no dia em que se soube que a marca Zippy chegou ao maior centro comercial do mundo) e Galp (0,4% para 13,785 euros), com a energética a recuperar de mínimos de final de Março numa altura em que os preços do petróleo sobem nos mercados internacionais.

Entre algumas das industriais, que também contribuíram para os ganhos, o dia foi de novos máximos históricos. Foi o caso da Corticeira Amorim (1,07% para 12,25 euros) e da Semapa (0,78% para 16,7 euros).

Na restauração, a Ibersol encerrou inalterada em máximos de Abril (14,90 euros), recuando do máximo intradiário de 15,50 euros depois dos resultados apresentados ontem e de ter anunciado a abertura de mais 17 restaurantes. Igualmente inalterada ficou a Pharol, nos 0,269 euros.

A acompanhar a maré de ganhos estiveram ainda o BCP (0,52% para 0,2312 euros) e a EDP, com a eléctrica em máximos de mais de duas semanas (0,31% para 3,284 euros). Fora do índice, destaque para a Teixeira Duarte, a somar mais de 5% e em máximos de finais de 2015. A Luz Saúde registou o maior disparo: mais de 13% depois da compra do British Hospital. E ficou em máximos de Setembro de 2016.

A pressionar estiveram perdas de títulos como a Jerónimo Martins (-0,9% para 17,56 euros), e a EDP Renováveis (-0,06% para 6,991 euros). Tal como os títulos do Montepio, que depois de duas sessões de disparos terminaram o dia a valer 0,747 euros, depois de um recuo de 0,66%. 

Os ganhos da bolsa em Lisboa repetiram o que aconteceu na generalidade das praças europeias. Só Madrid escapou à tendência, ficando do lado das quedas, pressionada pelo tombo dos títulos do Banco Popular - caíram quase 18% para 0,5 euros, novo mínimo histórico, perante dúvidas sobre o futuro da instituição, ainda à procura de comprador.

(Notícia actualizada às 16:59 com mais informação)


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mais votado Menoli Há 3 semanas

Falta de esperiencia e agradecido pelas vossas observações,
MO

comentários mais recentes
Re: Croador de Touros Há 3 semanas

A mim parace-me que os burros continuam a zurrar até altas horas da noite! Falta de palha para comer?

Criador de Touros Há 3 semanas

Parece que os burros fugiram...

anonimo Há 3 semanas

"Válhanos" Deus que é quem pode!!!

Criador de Touros Há 3 semanas

E para concluir, já só falta mesmo um trecho de memória do raro Tomás Ribeiro, um oitocentista longe de ser dos piores, num tempo parecido com o de hoje, em que a vulgaridade já grassava à doida cá pelo burgo...Porra ! Porra ! Dizia a marquesa, batendo com as tetas em cima da mesa !!...

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