Bolsa Bolsa nacional cai há seis dias. O maior ciclo de quedas desde Abril de 2016

Bolsa nacional cai há seis dias. O maior ciclo de quedas desde Abril de 2016

A bolsa nacional regressou às quedas, num arranque de sessão em que o BCP é o grande responsável pela queda, mas não está sozinho, já que a maioria das cotadas está a descer.
Bolsa nacional cai há seis dias. O maior ciclo de quedas desde Abril de 2016
Bloomberg
Sara Antunes 26 de outubro de 2017 às 08:05
O PSI-20 desce 0,08% para 5.364,27 pontos, com 10 cotadas em queda, cinco em alta e três inalteradas. A bolsa nacional cai assim há seis sessões consecutivas, o que já não acontecia desde o início de Abril de 2016.

As restantes praças europeias seguem em alta, numa manhã marcada pela apresentação de resultados de várias cotadas, com destaque especial para a banca, cujos números superaram as estimativas. Isto num dia que será marcado pelo fim da reunião do Banco Central Europeu (BCE), onde se prevê que seja anunciado o início do plano de redução de estímulos à economia. 

Na bolsa nacional é, mais uma vez, o BCP que dita a cor. O banco liderado por Nuno Amado recua 1,48% para 0,246 euros.

Mas não está sozinho nesta tendência. A EDP recua 0,17% para 2,945 euros, a Mota-Engil cai 0,24% para 3,294 euros e a Altri cede 0,15% para 5,405 euros. Já a Jerónimo Martins, que revelou os números do terceiro trimestre ontem ao final do dia, desce 0,06% para 15,77 euros. 

A Jerónimo Martins terminou o terceiro trimestre do ano com um resultado líquido acumulado de 285 milhões de euros, o que corresponde a uma quebra de 43% quando comparado com o mesmo período do ano passado. Os números ficaram em linha com o estimado pelos analistas do CaixaBI que previam um lucro de 292 milhões de euros.

Quem revelou os seus números dos primeiros nove meses do ano foi também a Navigator, com a ex-Portucel a reportar um aumento de 8,6% dos lucros para 145,8 milhões de euros, ligeiramente acima do estimado pelos analistas do CaixaBI. Os incêndios provocaram um prejuízo de 2,2 milhões à companhia. As acções da empresa liderada por Diogo Silveira sobem 0,07% para 4,29 euros. 

(Notícia actualizada com mais informação)



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