Bolsa Bolsa nacional recua pela segunda sessão

Bolsa nacional recua pela segunda sessão

A falta de progressos nas negociações entre Washington e Pequim na guerra comercial está a condicionar a evolução das bolsas europeias.
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Nuno Carregueiro 24 de agosto de 2018 às 08:15

A bolsa nacional está a cair pela segunda sessão consecutiva, pressionada por vários pesos pesados, como a EDP e o BCP, numa abertura ainda sem tendência definida nas praças europeias.

 

O PSI-20 desvaloriza 0,16% para 5.482,02 pontos, com seis cotadas em alta, oito em queda e quatro sem variação.

 

Os EUA e a China terminaram os dois dias de reuniões onde se discutiu "como alcançar justiça, equilíbrio e reciprocidade na relação económica, incluindo resolver questões estruturais na China", revelou a Casa Branca num comunicado emitido e citado pela Reuters. As reuniões terminaram assim sem progressos relevantes, adianta a mesma fonte, citada pelo Financial Times.

 

Os investidores estão agora a centrar atenções no simpósio de Jackson Hole, onde o presidente da Reserva Federal fará esta tarde um discurso onde se espera que sejam reveladas pistas sobre o curso da política monetária na maior economia do mundo.

 

A condicionar o PSI-20 o Banco Comercial Português desvaloriza 0,2% para 0,2554 euros, a EDP cai 0,27% para 3,387 euros, a Navigator desce 0,23% para 4,41 euros e a Nos recua 0,28% para 4,954 euros. A EDP Renováveis regista uma das quedas mais expressivas do PSI-20, com uma descida de 0,87% para 8,58 euros. 

 

A impulsionar o índice estão os CTT (0,36% para 3,322 euros) e a Galp Energia (0,09% para 17,56 euros). A Sonae ganha 0,32% para 0,9445 euros, depois de ontem ter reagido em terreno negativo aos resultados do primeiro semestre.

A Semapa regista o ganho mais forte do PSI-20, com uma subida de 1,45% para 18,20 euros.

O presidente executivo da Semapa, João Castello Branco, salientou numa mensagem enviada esta quinta-feira aos trabalhadores do grupo, que o futuro que Pedro Queiroz Pereira preparou - uma equipa profissional que com as suas filhas tem vindo a trabalhar - "começa agora, sem nenhum traço de descontinuidade" para com o passado, "tendo como únicos desafios os próprios mercados dos nossos negócios".




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