Bolsa Bolsa sobe pela terceira sessão. BPI afunda mais de 5%  

Bolsa sobe pela terceira sessão. BPI afunda mais de 5%  

O BPI destaca-se pela negativa na abertura da sessão, com uma queda de mais de 5% na semana em que que vai ser conhecido o resultado da OPA do CaixaBank.
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Nuno Carregueiro 06 de fevereiro de 2017 às 08:15

A bolsa nacional iniciou a semana em alta, com o índice português a seguir os ganhos ligeiros das principais praças europeias na terceira sessão consecutiva em alta.

 

O PSI-20 ganha 0,23% para 4.633,41 pontos, com 14 cotadas em alta, três inalteradas e apenas uma em queda.

 

O BPI é o único título em terreno negativo, com uma descida de 5,39% para 1,07 euros, a um dia de terminar o período da OPA do CaixaBank, que oferece 1,134 euros por cada acção do banco liderado por Fernando Ulrich. A queda de mais de 5% do BPI aconteceu na abertura da sessão e com pouco mais de 10 mil acções transaccionadas.

 

Com tendência oposta está o BCP, que fanha 1,25% para 17 cêntimos, beneficiando com a adesão dos accionistas e outros investidores ao aumento de capital. Esta segunda-feira o banco anunciou que a BlackRock passou a deter mais de 3% do capital do banco.

 

Também a impulsionar o índice estão os restantes pesos-pesados, todos com ganhos ligeiros. A EDP soma 0,3% para 2,708 euros, a Jerónimo Martins ganha 0,32% para 15,87 euros e a Galp Energia avança 0,29% para 13,88 euros.

 

Os CTT soma 0,1% para 5,018 euros, apesar de na sexta-feira mais um banco de investimento ter cortado a avaliação da cotada. Desta vez foi o CaixaBI, que avalia a empresa liderada por Francisco Lacerda em 7,40 euros, menos 16% do que antes desta decisão. Em causa está a revisão em baixa por parte dos CTT das previsões de resultados de 2016.

 

A tendência positiva da bolsa nacional surge depois de a Fitch ter decidido não mexer no "rating" da dívida, nem na perspectiva, que está "estável". A agência deixou alguns alertas. Os riscos macroeconómicos ficaram mais moderados, mas o maior proteccionismo e a volatilidade que poderá ser provocada no mercado pelas eleições em vários países na Europa poderão provocar instabilidade.


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Anónimo 06.02.2017

Para além de Navigator vai chegar a hora de SONAE, que é claramente a que tem, percentualmente, mais capacidade de gerar lucros aos acionistas e

Anónimo 06.02.2017

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