Bolsa Bolsas americanas imitam Europa em abertura sem definição

Bolsas americanas imitam Europa em abertura sem definição

Wall Street abriu terça-feira sem gás. Os dados económicos vindos da China não conseguiram compensar resultados de empresas como a Pfizer.
Bolsas americanas imitam Europa em abertura sem definição
Diogo Cavaleiro 01 de Novembro de 2016 às 13:49

As bolsas americanas iniciaram-se a sessão desta terça-feira sem grandes oscilações, variando entre ganhos e perdas, num dia em que também na Europa a indefinição é a marca. 

Neste momento, o índice Dow Jones está praticamente inalterado, subindo uns muito tímidos 0,01% para 18.143,86 pontos enquanto o S&P 500 ganha 0,2% para 2.129,58 pontos. O Nasdaq também segue em terreno positivo, mas também muito ligeiramente, com um avanço de 0,04% para 5.191,326 pontos. 

 

Da China veio a indicação de que o índice de gestores de compras (PMI) ficou, em Outubro, no valor mais elevado dos últimos dois anos. Uma notícia positiva sobre a segunda maior economia do mundo mas insuficiente para animar a negociação bolsista da maior economia.

 

Aliás, a Europa tinha começado o dia impulsionada por esse factor mas a tendência mista na divulgação de resultados de grandes empresas trouxe algum pessimismo para os investidores. No caso dos EUA, a Pfizer é o exemplo nesse factor: a empresa cai depois de divulgar os lucros que ficaram aquém do previsto. Em sentido inverso, o Bank of America soma 0,73%.

 

A empresa de alumínio Alcoa dividiu-se e esta é o primeiro dia em que as duas novas companhias negoceiam em bolsa. A Alcoa Corp, de processamento de metais industriais, segue nos 21,90 dólares por acção. A Arconic, da área de componentes de automóveis e aviões, negoceia em 22,28 dólares por acção.

 

Wall Street segue sem grandes variações numa altura em que também se aguardam as eleições da próxima semana. Hillary Clinton e Donald Trump são os candidatos presidenciais no sufrágio que se realiza a 8 de Novembro.

 

Até lá, haverá uma outra questão a ser resolvida. A Reserva Federal norte-americana vai reunir-se hoje e amanhã mas a grande maioria dos economistas não antecipa mudanças em relação aos juros: a expectativa é que sejam elevados em Dezembro. 




(Notícia actualizada às 13:59 com mais informações)



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