Bolsa Bolsas dos EUA em alta com Apple a ganhar mais de 3%

Bolsas dos EUA em alta com Apple a ganhar mais de 3%

O Dow Jones atingiu um novo máximo histórico, numa sessão em que os resultados da Apple e os dados do emprego estão a animar o mercado.
Bolsas dos EUA em alta com Apple a ganhar mais de 3%
Reuters
Rita Faria 03 de novembro de 2017 às 13:36

Os principais índices norte-americanos abriram em alta esta sexta-feira, 3 de Novembro, animados pelos dados do emprego nos Estados Unidos e pelos resultados da Apple, revelados ontem, após o fecho da sessão.

 

O índice industrial Dow Jones ganha 0,13% para 23.547,01 pontos - um novo máximo histórico - enquanto o tecnológico Nasdaq valoriza 0,26% para 6.732,26 pontos. Já o S&P500 sobe 0,06% para 2.581,30 pontos.

 

As acções da Apple sobem 3,11% para 173,34 dólares, depois da empresa ter revelado que fechou o seu quarto trimestre fiscal com lucros de 10,71 mil milhões de dólares, uma subida de 19% face ao período homólogo.

 

O lucro ajustado por acção foi assim de 2,07 dólares, contra 1,67 dólares no mesmo período do ano passado – e acima dos 1,87 dólares esperados em média pelos analistas auscultados pela Thomson Reuters.

 

Até ao momento, mais de três quartos das empresas do S&P500 já apresentaram as suas contas relativas ao último trimestre, com 72,7% a superar as estimativas de lucros.

 

No plano macroeconómico, foi conhecido que a taxa de desemprego nos Estados Unidos desceu de 4,2%, em Setembro, para 4,1%, em Outubro, enquanto a criação de postos de trabalho se fixou em 261 mil. Apesar de ter sido a maior subida desde Julho do ano passado, ficou abaixo das estimativas que apontavam para um acréscimo de 300 mil.

 

Ontem, Donald Trump escolheu o governador da Fed Jerome Powell para substituir Janet Yellen na presidência da Fed, um movimento amplamente esperado, que sinaliza a continuação da linha de actuação do banco central.

 

Em Washington, os republicanos divulgaram mais pormenores sobre a reforma fiscal, mas o mercado reagiu com algum cepticismo, com muitos investidores a considerarem que se trata apenas de um ponto de partida que vai exigir muita negociação.




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