Bolsa Bolsas dos EUA em queda depois de dados económicos

Bolsas dos EUA em queda depois de dados económicos

As bolsas dos Estados Unidos estão a negociar em queda ligeira, depois de ter sido revelado que a economia cresceu mais do que era esperado no terceiro trimestre.
Bolsas dos EUA em queda depois de dados económicos
Bloomberg
Rita Faria 22 de dezembro de 2016 às 14:40

Os principais índices norte-americanos estão a negociar em queda ligeira esta quinta-feira, 22 de Dezembro, depois de ter sido divulgado um conjunto de dados económicos sobre a economia dos Estados Unidos.

Esta é uma sessão marcada pela ausência de muitos investidores do mercado, devido à aproximação dos festejos do final do ano. É também a última semana completa de negociação em 2016, já que no próximo dia 26 os mercados vão estar encerrados.

O índice industrial Dow Jones desce 0,05% para 19.931,14 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq cai 0,12% para 5.464,64 pontos. Já o S&P500 recua 0,2% para 2.260,61 pontos.

Antes da abertura do mercado foi divulgado que a economia dos Estados Unidos cresceu mais do que era esperado no terceiro trimestre deste ano. O Departamento norte-americano do Comércio reviu em alta a subida do PIB no período entre Julho e Setembro para 3,5%, na terceira estimativa divulgada esta quinta-feira, 22 de Dezembro.

A segunda estimativa, revelada no mês passado, apontava para um crescimento homólogo de 3,2%. Esta evolução acontece depois de o PIB da maior economia do mundo ter subido 1,4% nos três meses anteriores.

Esta quinta-feira, foi ainda revelado que as encomendas de equipamento para as empresas subiram mais do que era esperado em Novembro, um sinal de que o investimento está a recuperar.

Segundo os dados do Departamento do Comércio, as encomendas de bens de capital excluindo aeronaves cresceu 0,9% - a maior subida desde Agosto depois do avanço de 0,2% registado no mês anterior. Os analistas consultados pela Bloomberg esperavam um acréscimo de apenas 0,4%.

As encomendas de todos os bens duradouros desceram, porém, 4,6%, devido ao decréscimo nos pedidos para aeronaves.

Do mercado de trabalho chegaram notícias menos animadoras com os pedidos de subsídio de desemprego a subirem para um máximo de seis meses na semana passada. De acordo com os números publicados pelo Departamento do Trabalho, os pedidos de subsídio de desemprego aumentaram em 21 mil para 275 mil na semana que terminou a 17 de Dezembro, quando os economistas esperavam um total de 257 mil.




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Anónimo 22.12.2016

Está quase a acabar o ano. Está na altura de Nacionalizar o BCPato

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