Bolsa Bolsas dos EUA em queda ligeira à espera de indicadores económicos

Bolsas dos EUA em queda ligeira à espera de indicadores económicos

As bolsas norte-americanas abriram em queda pouco acentuada, numa altura em que os investidores aguardam por dados da indústria, a uma semana da reunião da Fed.
Bolsas dos EUA em queda ligeira à espera de indicadores económicos
Reuters
Rita Faria 06 de dezembro de 2016 às 14:43

Os principais índices norte-americanos abriram em queda ligeira esta terça-feira, 6 de Dezembro, depois de duas sessões consecutivas de ganhos, contrariando o optimismo da sessão europeia, onde os ganhos estão a ser impulsionados pela expectativa de que o Banco Central Europeu (BCE) poderá anunciar um reforço dos estímulos à economia na próxima reunião mensal, agendada para quinta-feira, 8 de Dezembro.

O índice industrial Dow Jones desce 0,09% para 19.198,25 pontos, depois de ter atingido um novo máximo histórico na sessão de ontem. O tecnológico Nasdaq cai 0,03% para 5.307,21 pontos e o S&P500 desvaloriza 0,03% para 2.204,14 pontos.

Segundo analistas citados pela Bloomberg, a autoridade monetária da Zona Euro deverá prolongar o seu programa de compra de activos por, pelo menos, seis meses. Tendo em conta que o programa tinha fim anunciado para Março de 2017, o prolongamento poderá significar a sua extensão até, pelo menos, Setembro. No entanto, alguns analistas acreditam que o nível mensal de compras poderá, ainda assim, ser reduzido.

Os investidores aguardam também pela divulgação dos dados sobre as encomendas de bens duradouros, no sentido de perceberem se reforçam os argumentos para a subida dos juros já em Dezembro. A Reserva Federal dos Estados Unidos reúne-se já nos próximos dias 13 e 14, e o mercado está certo de que a autoridade monetária irá anunciar a primeira subida da taxa directora do último ano.

Esta terça-feira foi revelado que o défice comercial dos Estados Unidos subiu, em Outubro, depois de ter atingido o nível mais baixo em três anos.

Segundo os dados do Departamento norte-americano do Comércio, o défice aumentou para 42,6 mil milhões de dólares, uma subida de 17,8% face a Setembro. 


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