Bolsa Bolsas dos EUA renovam máximos históricos

Bolsas dos EUA renovam máximos históricos

A expectativa dos investidores em relação à aprovação do plano fiscal de Donald Trump voltou a aumentar, o que animou a negociação, numa altura marcada pela apresentação de resultados de cotadas, cujos números estão a ser positivos.
Bolsas dos EUA renovam máximos históricos
reuters

O Dow Jones subiu 0,71% para 23.328,63 pontos, já o S&P500 apreciou 0,5% para 2.572,65 pontos. O Nasdaq avançou 0,36% para 6.629,055 pontos. Nos três casos, os índices renovaram máximos históricos, continuando a beneficiar do contexto económico.

A apoiar o optimismo em Wall Street está a convicção de investidores americanos de que o plano económico, e consequente reforma fiscal, prometido pela administração liderada por Donal Trump está mais próximo da implementação.

Isto depois de o Senado do Congresso americano, câmara em que os republicanos têm maioria, ter votado com 51 votos favoráveis e 49 contra o plano económico de Trump.

A redução da carga fiscal aplicada a famílias e empresas estão a impulsionar Wall Street, em especial perante a expectativa das empresas de que menos impostos ajudem ao crescimento da maior económica mundial e ao acelerar da taxa de inflação, que permanece aquém da meta de 2% definida como objectivo pela Reserva Federal dos Estados Unidos. 

Além deste desenvolvimento ao nível político, os resultados trimestrais que têm sido divulgados têm sido positivos para as cotadas. Até agora mais de 70% das 88 empresas do S&P500 que já apresentaram os resultados do terceiro trimestre reportaram lucros que superaram as estimativas dos analistas consultados pela Reuters.

 

E os indicadores económicos também têm apontado para um fortalecimento da economia americana.

 

As acções da PayPal disparou mais de 5,5% para 70,97 dólares, depois de ter apresentado resultados que superaram as estimativas dos analistas. Enquanto a General Electric fechohu o dia a subir pouco mais de 1%, ainda que tenha reportado números que ficaram aquém do esperado.

 

Já a Celgene afundou mais de 10% para 121,33 dólares, depois de a empresa ter anunciado que abandonou os testes de um medicamento para tratar a doença de Crohn.




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