Bolsa Bolsas dos EUA sem tendência após resultados da banca

Bolsas dos EUA sem tendência após resultados da banca

As bolsas dos EUA iniciaram a sessão sem uma tendência definida, num arranque de sessão em que a banca está em destaque depois de terem sido apresentados os resultados do último trimestre de 2016 do Goldman Sachs e do Citigroup.
Bolsas dos EUA sem tendência após resultados da banca
Sara Antunes 18 de janeiro de 2017 às 14:36

O Dow Jones desce 0,13% para 19.800,41 pontos enquanto o Nasdaq sobe 0,12% para 5.545,281 pontos. O S&P500 aprecia 0,03% para 2.268,67 pontos. 

 
A sessão está a ser marcada pela apresentação dos resultados do último trimestre de 2016, numa altura em que os investidores aguardam com alguma expectativa o discurso de tomada de posse Donald Trump. O presidente será empossado na sexta-feira e espera-se que o discurso aborde questões económicas. 

O Goldman Sachs revelou esta quarta-feira, 18 de Janeiro, que obteve lucros de 2,35 mil milhões de dólares, o equivalente a 5,08 dólares por acção, no quatro trimestre de 2016 face ao período homólogo. Este resultado superou as estimativas dos analistas que antecipavam um lucro de apenas 4,82 dólares por acção e representa uma importante melhoria face ao resultado líquido de 765 milhões (1,27 dólares por acção) conseguido um ano antes. Apesar dos números, as acções do banco estão a cair 0,25% para 235,14 dólares.

 

Já o Citigroup registou um lucro de 3,57 mil milhões de dólares, ou 1,14 dólares por acção, o que representa um aumento de 7,1% face ao mesmo período do ano anterior, de acordo com a informação divulgada pela instituição e citada pela Bloomberg. Estes resultados superaram as estimativas dos analistas consultados pela agência de informação americana que apontavam para uma média de 1,12 dólares por acção. Os títulos estão a descer 0,99% para 57,80 dólares. 

 

Esta quarta-feira foi também revelado que a produção das fábricas dos EUA aumentou 0,2%, em Dezembro, quando os economistas consultados pela Bloomberg que previam um crescimento de 0,4%. Já o Financial Times adianta que a produção industrial, que inclui minas e utilities, registou o maior aumento em mais de dois anos. 

(Notícia actualizada com mais informação)




A sua opinião0
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
pub