Bolsa Bolsas dos EUA em queda à espera dos dados do emprego

Bolsas dos EUA em queda à espera dos dados do emprego

Os investidores aguardam pela divulgação dos dados do emprego, agendada para sexta-feira, depois de ter sido revelado que os pedidos de subsídio de desemprego caíram para o segundo valor mais baixo desde 1973.
Bolsas dos EUA em queda à espera dos dados do emprego
Bloomberg
Rita Faria 06 de Outubro de 2016 às 14:39

Os principais índices norte-americanos abriram em queda esta quinta-feira, 6 de Outubro, com os investidores a aguardarem mais evidências de que a economia dos Estados Unidos está forte o suficiente para suportar uma subida dos juros este ano.

 

Isto depois de o mercado de trabalho ter dado sinais de resiliência, com os pedidos de subsídio de desemprego a desceram para um nível próximo de mínimos de 1973.

 

O índice industrial Dow Jones desce 0,36% para 18.215,26 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq cai 0,28% para 5.301,34 pontos. Já o S&P500 desliza 0,2% para 2.154,66 pontos. 

 

Antes da abertura do mercado, o Departamento do Trabalho norte-americano revelou que os pedidos de subsídio de desemprego caíram em cinco mil para 249 mil na semana passada, quando as estimativas dos economistas consultados pela Bloomberg apontavam para um total de 256 mil.

 

O valor ficou ligeiramente acima do mínimo de quatro décadas atingido em Abril, de 248 mil. É, assim, o segundo nível mais baixo desde 1973.

 

Estes dados são conhecidos na véspera da divulgação dos números do emprego nos Estados Unidos, um indicador a que os investidores vão estar muito atentos.

 

De acordo com as estimativas recolhidas pela Bloomberg, o relatório deverá mostrar que a maior economia do mundo criou 172 mil postos de trabalho em Setembro, e que a taxa de desemprego deverá ter permanecido nos 4,9%. 




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Anónimo Há 3 semanas


SALÁRIO MÉDIO DOS PROFESSORES PORTUGUESES É O 3.º MAIS ALTO DA EUROPA, EM 2015.

"No caso dos docentes com salários mais altos, em que o rendimento dos docentes é superior ao PIB per capita, Portugal aparece em destaque como o terceiro com salários mais elevados da Europa: Bosnia Herzegovina (327%), Chipre (282%) e Portugal (245%)."

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