Mercados Caixa renegociou mais de 12.500 contratos de crédito à habitação no semestre

Caixa renegociou mais de 12.500 contratos de crédito à habitação no semestre

Banco público tem em curso sistema de contacto com devedores, que envolve mil contactos diários.
Maria João Babo 03 de agosto de 2012 às 20:08
A Caixa Geral de Depósitos (CGD) realizou no primeiro semestre um total de 12.579 operações de alteração de contratos de crédito à habitação, disse ao Negócios José de Matos (na foto), CEO do banco do Estado.

A negociação com os devedores envolveu alargamentos de prazo, períodos de carência ou ajustamentos de “spread”, de forma a evitar uma execução da hipoteca por parte do banco.

Tendo em conta o nível de endividamento dos particulares na área do crédito à habitação, o banco tem em curso um sistema de contacto com devedores, no âmbito do qual faz 1.000 contactos por dia de forma a prevenir situações de incumprimento.

No primeiro semestre deste ano, o banco público registou imparidades de crédito de 483,3 milhões de euros, situação que se deve deteriorar até ao final do ano.

O crédito à construção e imobiliário e o crédito para compra de acções foi o que mais penalizou o balanço da CGD no semestre.




A sua opinião3
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
dantaspt Há 3 semanas

A solução é a pena de morte a todo aquele que leve a riqueza do país para fora dele.

MAnuel Fonseca Há 3 semanas

Resposta ao Rui Lima

Caro Rui Lima, essa é a solução. E qualquer economista médio (no mundo inteiro economistas bons contam-se pelos dedos, médios há poucos. o resto não vale a ponta de um chavo nem sabem o que dizem - seguem a onda) sabem que é esse o caminho. O problema é que o poder economico as grandes empresas ganham milhoes á custa deste esquema de trabalho semi escravo e são estas grandes empresas que mandam na politica (lobbies).
Estes nabos não perceberam e ainda não percebem que acabaram com o mercado que as alimentava, só pensaram no curto prazo.
Mas quem tem o poder real sobre a economia não são as empresas nem os governos. São so consumidores e os eleitores. Enquanto estas duas entidaddes que são a mesma pessas não tiverem dois neuronios para terem uma consciencia civica isto não muda. Eu por mim não voto em partidos que tenham candidatos corruptos e não compro produtos de empresas que não cumpra com a lei .......... e voce?????

Rui Lima Há 3 semanas

A ÚNICA FORMA DE ACABAR COM A CRISE ECONÓMICA DE PORTUGAL...DA UNIÃO EUROPEIA... NORTE AMERICANA... E MUNDIAL...

É FAZER COM QUE NOS PAÍSES COM CRESCIMENTO DE 7%... 8%... 10%... 15 % ONDE OS SALÁRIOS SÃO DE MISÉRIA... COMO A CHINA... ÍNDI
A... PAQUISTÃO... BRASIL... ETC... ETC... ETC..

TENHAM(mesmo que manipulados por países externos) FORÇAS, E LUTAS SINDICAIS O MAIS RÁPIDO E EFICAZMENTE POSSÍVEL...

PARA OBRIGAR A QUE OS DIREITOS DOS TRABALHADORES... CONDIÇÕES DE TRABALHO... VALORES SALARIAIS DESSES PAÍSES SUBAM PARA OS NÍVEIS EUROPEUS E NORTE AMERICANOS.


==========================
não sei é se populações de 2 MIL MILHÕES... 1,5 MIL MILHÕES... 800 MILHÕES... etc.... tem «elasticidade de emprego» para suportar tal situação...
==========================


http://www.youtube.com/watch?v=pUrUnUt1H90

pub