Mercados CEO da bolsa admite "eventual flexibilização" das regras do PSI-20

CEO da bolsa admite "eventual flexibilização" das regras do PSI-20

PSI-20 só tem actualmente 19 empresas e já não está completo há vários anos. Paulo Rodrigues da Silva remete decisão para o próximo ano e para o comité de revisão do índice, mas não afasta uma "eventual flexibilização" das regras
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Tiago Freire e Rosário Lira
Tiago Freire 30 de julho de 2017 às 12:00
O índice de referência da bolsa portuguesa chama-se PSI-20 mas já há vários anos que não tem 20 membros (actualmente são 19). Em entrevista ao programa Conversa Capital, entrevista ao Jornal de Negócios e à Antena 1, o presidente da Euronext Lisbon desvaloriza o facto mas admite mudanças.

Remetendo a decisão para o comité de revisão do índice, que se pronunciará só em 2018, Paulo Rodrigues da Silva diz que todos os factores serão tidos em conta e que o comité poderá sempre ponderar uma eventual "flexibilização das regras" para a inclusão de empresas no PSI-20.

A entrevista a Paulo Rodrigues da Silva poderá ser escutada na íntegra este domingo, às 13 horas, na Antena 1, e ser lida na edição de segunda-feira do Jornal de Negócios.



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comentários mais recentes
Anónimo Há 2 semanas

Este nosso PSI há muito que é PSI-cológico ou seja os pequenos investidores só cá estão para perder dinheiro...

Octávio Pinto Há 2 semanas

A CMVM sempre esteve a dormir e percebe-se muito bem que não atenta nos interesses dos pequenos accionistas antes pelo contrário. Esta bolsinha de trampa precisa de uma reforma séria e de gente capaz, não de idiotas que se servem dela para extorquir ordenados chorudos.

JCG Há 2 semanas

No conceito destes tipos, flexibilizar leia-se abandalhar.
De facto a CMVM vem prestando um "bom" serviço ao mercado de capitais e aos investidores, dando um excelente contributo para a desconfiança generalizada. Dois exemplos: a emissão (as características da) de unidades de participação pelo Montepio e as peripécias dos últimos tempos no BCP, em que primeiro houve uma fusão de acções sob a alegação de que era preciso dar mais valor unitário à acção do BCP, depois há um aumento de K em condições vergonhosos pelos seus termos e calendário que teve, tipo emboscada, por finalidade de transferir valor dos accionistas actuais, ao tempo, para os chineses; seguindo-se uma nova desmultiplicação da acção com a sua cotação a voltar aos míseros cêntimos e esquecendo-se o argumento utilizado anteriormente na sua fusão. Com estas manobras os chineses duplicaram os seus ganhos, o Amado e companhia devem ter uns gordos bónus a bom recato e os pequenos acionistas foram espoliados. E a CMVM a dormir

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