Bolsa Chuva de máximos continua na bolsa portuguesa

Chuva de máximos continua na bolsa portuguesa

Estão fora da principal montra, mas não deixam de dar cartas. Os últimos dias têm sido marcados por máximos consecutivos entre cotadas fora do PSI-20 e esta quarta-feira não foi excepção. Com os volumes a dispararem.
Chuva de máximos continua na bolsa portuguesa
Reuters
Sara Antunes 07 de junho de 2017 às 17:57

Esta quarta-feira, 7 de Junho, foram nove as cotadas que tocaram em máximos de, pelo menos, um ano, com os volumes negociados muito acima da média.

 

A Impresa subiu 5,74% para 0,35 euros, tendo chegado a tocar nos 0,359 euros, o que corresponde a um novo máximo de Maio de 2016. Nesta sessão trocaram de mãos mais de 2,72 milhões de acções, quando a média diária dos últimos seis meses é de 548 mil títulos. A subida das acções da dona da SIC e do Expresso tem sido constante, sem que haja notícias que o justifiquem. Desde o início do ano que as acções já acumulam um ganho superior a 84%, sendo este o primeiro ano em quatro em que os títulos sobem. Entre 2014 e 2016 as acções da Impresa perderam quase 83% do seu valor.

 

A Inapa apreciou 3,66% para 0,17 euros, tendo chegado a tocar nos 0,179 euros, o que corresponde ao valor mais elevado desde Abril de 2015. A subida foi acompanhada por uma elevada liquidez, tendo trocado de mãos mais de 2,8 milhões de acções, quando a média diária dos últimos seis meses é de 171 mil títulos.

 

A Teixeira Duarte avançou 6,86% para 0,452 euros, tendo chegado a tocar nos 0,465 euros, o valor mais elevado desde Outubro de 2015. A liquidez também foi superior à média dos últimos seis meses (151 mil acções), mas com uma dimensão menor, tendo transaccionado mais de 875 mil títulos.

 

Com ganhos acentuados fechou também a Martifer, tendo apreciado 7,82% para 0,40 euros, tocando no valor mais alto desde Abril de 2015 (0,41 euros). Trocaram de mãos 354,6 mil títulos, o que compara com a média de 49,9 mil.

 

Em máximos de Abril de 2015 esteve também a SAG, ao negociar nos 0,266 euros, tendo fechado a subir 8,94% para 0,256 euros. Mudaram de mãos 432,4 mil acções. A média diária é inferior a 59 mil.

 

No sector tecnológico, a Glintt valorizou-se 15,16% para 0,281 euros, tendo negociado nos 0,29 euros, o máximo desde Setembro de 2014. Também neste caso o volume foi elevado, com 544,9 mil acções negociadas, quatro vezes mais do que a média diária.

 

Já a Compta subiu 7,14% para 0,15 euros, o nível mais elevado desde Agosto de 2015, tendo transaccionado 96,7 mil acções, o que compara com as 8,6 mil negociadas em média por dia.

 

A fechar a lista de máximos esteve a Vista Alegre (Maio de 2008, nos 0,14 euros), com um volume seis vezes superior à média, e a Estoril Sol, que subiu mais de 4% para 5,48 euros, o que corresponde ao valor mais alto desde Abril de 2011. Foram negociadas 5,5 mil acções, o que compara com as 426 negociadas em média por dia. 




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comentários mais recentes
Punitor 07.06.2017

A melhor empresa da praça portuguesa e de que quase ninguém fala: Jerónimo Martins.
A Jerónimo não é de ondas. Sobe porque efetivamente merece subir e continuará a subir não sei até quando, mas continuará. Uma empresa em forte expansão, séria, bem gerida, "segura"

Anónimo 07.06.2017

Maximos a serio e por exemplo corticeira amorim.

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