Mercados Clientes queixam-se das comissões dos bancos
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Clientes queixam-se das comissões dos bancos

As contas de depósito continuam a ser o principal segmento de reclamação dos portugueses. E as comissões o principal motivo de queixa dos clientes bancários, que reclamaram mais em 2017, segundo o Banco de Portugal.
Clientes queixam-se das comissões dos bancos
Bruno Simão/Negócios
Patrícia Abreu 11 de maio de 2017 às 07:00

Os bancos têm vindo a agravar as suas comissões, como uma forma de equilibrar a balança das receitas, num ambiente de juros negativos. Mas, se para os bancos esta é uma forma de aumentar rendibilidade, para os clientes representam )

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mais votado Anónimo 11.05.2017

O que mais deve preocupar os portugueses junto do sector financeiro são os conflitos de interesse e as quebras do dever fiduciário. Conflitos de interesse como aqueles que se prendem com os resgates estatais e subsídios constantes à banca, aos banqueiros e, é bom nunca esquecê-lo, aos milhares de bancários e ex-bancários, agora aposentados, deste país. Isto constitui um onerosíssimo custo de oportunidade. As quebras de dever fiduciário prendem-se com situações de alterações de termos de contrato que prejudicam os clientes, comissões ocultas, aumento indiscriminado de comissões, burocracias anacrónicas, etc. Isto constitui um onerosíssimo custo de contexto.

comentários mais recentes
Anónimo 11.05.2017

Clientes queixam-se das comissões dos bancos

ENTÃO OS BANCOS NÃO CONTINUAM A SER OS DONOS DISTO TUDO?
LOGO, ESTÃO AUTORIZADOS A ESMIFRAREM-NOS!

Anónimo 11.05.2017

É preciso despedir activos tóxicos!!! A banca e a administração pública estão repletas desses activos tóxicos.

Camponio da beira 11.05.2017

Queixam-se mas que devia saber ,investigar e punir, nada faz, sofre da mais profunda cegueira psicologica.

Anónimo 11.05.2017

O que mais deve preocupar os portugueses junto do sector financeiro são os conflitos de interesse e as quebras do dever fiduciário. Conflitos de interesse como aqueles que se prendem com os resgates estatais e subsídios constantes à banca, aos banqueiros e, é bom nunca esquecê-lo, aos milhares de bancários e ex-bancários, agora aposentados, deste país. Isto constitui um onerosíssimo custo de oportunidade. As quebras de dever fiduciário prendem-se com situações de alterações de termos de contrato que prejudicam os clientes, comissões ocultas, aumento indiscriminado de comissões, burocracias anacrónicas, etc. Isto constitui um onerosíssimo custo de contexto.

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