Mercados CMVM vai escrutinar contas de todas as empresas a cada 4 anos
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CMVM vai escrutinar contas de todas as empresas a cada 4 anos

CMVM vai alterar procedimentos da supervisão da informação financeira a partir de 2018. O objectivo passa por rever contas de 30% das cotadas a cada ano.
CMVM vai escrutinar contas de todas as empresas a cada 4 anos

Todos  os emitentes supervisionados pela CMVM terão as suas contas escrutinadas a cada quatro anos. Esta é uma das medidas que o regulador vai implementar para reforçar a supervisão da informação financeira.)

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mais votado Aviso à navegação... 11.08.2017

É importante que a CMVM trabalhe e justifique os seus custos e o seu quadro de pessoal (supervisor com mais de 200 funcionários, para uma gestão de ativos da CGD e do BPI, seus supervisionados, com aproximadamente, no total, o mesmo nº de funcionários). Mas que os Investidores Portugueses nunca esqueçam: mesmo com compliances sem ser “para Inglês ver”; mesmo com supervisores mais do que meros Pôncio Pilatos; mesmo com a responsabilidade de se defender nome histórico e prestigiado (até Salazar foi seu cliente e por ele pôs a cabeça no cepo) - mesmo assim, ocorreu o impressionante caso do BES, de maquilhagem e falsificação de contas. Lembrem-se, pois, que “o seguro morreu de velho, mas a dona prudência ainda lhe foi ao enterro”...

comentários mais recentes
Ronaldo das finanças 12.08.2017

Não supunha que a CMVM tivesse mais efetivos que um batalhão do exército !!! Não será engano ? Se é assim como se compreende que tenham levado 3 anos a mandar cá para fora uma sentença sobre o BES ? Se a PGR levasse, proporcionalmente aos efetivos, o mesmo tempo a analisar a montanha de processos que têm entre mãos, então nem nas calendas gregas o Sócrates e companhia eram julgados ! A gastarem mais de 22 milhões de euros por ano, com franqueza, era de esperar mais resultados da CMVM, malgrado toda a admiração e respeito que a suas dignas senhoras admnistradoras merecem !

Quando a esmola é grande,o pobre desconfia… 12.08.2017

Não se esqueçam também de analisar os relatórios anuais dos fundos de investimento supervisionados pela CMVM.Escrutinem os empréstimos aos administradores, as razões que os motivaram, quem os autorizou.Verifiquem a aplicação da legislação comunitária que exige a independência dos administradores relativamente ao banco depositário. Apurem se os clientes dos fundos estão a ser devidamente informados, como manda a legislação, de riscos considerados significativos, alguns dos quais podem ser só do conhecimento dos gestores.Controlem a aplicação da legislação que impede a renovação dos mandatos dos administradores e os truques para tornear a exigência.Apurem se os órgãos de compliance não serão meras fachadas para inglês ver e legitimar interesses instalados. Controlem a plausibilidade das rendibilidades oferecidas. Recordem-se do BES, dos números empolgantes em
relação à concorrência que iam apresentando. Lembrem~se sempre, queridas Amigas, quando a esmola é grande o pobre desconfia…

Anónimo 11.08.2017

Só quatro anos? Porventura de acordo com as boas práticas disseminadas em países bem regulamentados? À CMVM o conselho de reduzir este período cuja latitude muito espaço deixa a surpresas tardias.

Aviso à navegação... 11.08.2017

É importante que a CMVM trabalhe e justifique os seus custos e o seu quadro de pessoal (supervisor com mais de 200 funcionários, para uma gestão de ativos da CGD e do BPI, seus supervisionados, com aproximadamente, no total, o mesmo nº de funcionários). Mas que os Investidores Portugueses nunca esqueçam: mesmo com compliances sem ser “para Inglês ver”; mesmo com supervisores mais do que meros Pôncio Pilatos; mesmo com a responsabilidade de se defender nome histórico e prestigiado (até Salazar foi seu cliente e por ele pôs a cabeça no cepo) - mesmo assim, ocorreu o impressionante caso do BES, de maquilhagem e falsificação de contas. Lembrem-se, pois, que “o seguro morreu de velho, mas a dona prudência ainda lhe foi ao enterro”...

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