Crédito Crédito ao consumo cresceu 17,5% em 2016 para novo máximo

Crédito ao consumo cresceu 17,5% em 2016 para novo máximo

Os montantes concedidos às famílias através de crédito pessoal, automóvel e cartões de crédito voltaram a crescer em 2016, apesar de no mês de Dezembro se ter observado uma travagem face ao mês anterior.
Crédito ao consumo cresceu 17,5% em 2016 para novo máximo
Reuters
Sara Antunes 15 de fevereiro de 2017 às 11:31

Em 2016, foram concedidos quase seis mil milhões de euros em crédito aos consumidores, mais de 17,5% do que em 2015, segundo os dados divulgados esta quarta-feira, 15 de Fevereiro, pelo Banco de Portugal.

 

Os dados hoje revelados incluem o crédito pessoal para edução, energia, saúde ou a consolidação de empréstimos, além dos financiamentos automóvel e os cartões de crédito e as linhas a descoberto.

 

O valor de 2016 é o mais elevado, desde que há registo (2013), mas representa uma travagem no ritmo de crescimento, já que, em 2015 o aumento da concessão de crédito às famílias foi de quase 23%.

 

Só analisado Dezembro, o montante concedido foi 0,8% inferior ao financiamento observado em Novembro, ainda que tenha sido 16,1% superior ao concedido um ano antes.

 

A concessão de crédito tem vindo a recuperar, depois de nos anos da crise financeira se ter observado quebras no financiamento da economia, numa altura em que a própria banca revelou dificuldades em aceder ao crédito e em que o contexto económico levou a um aumento do crédito malparado para níveis históricos. 




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comentários mais recentes
Anjii Há 2 semanas

Tht'as going to make things a lot easier from here on out.

Peerless Há 2 semanas

Your article pelctfery shows what I needed to know, thanks!

Lina Há 2 semanas

You keep it up now, unasretdnd? Really good to know.

Anónimo Há 1 semana

Ora aqui está um problema de que ninguém fala. Fala-se que o défice baixou também graças ao aumento do consumo, mas esquece-se que muito desse consumo foi feito a crédito, nomeadamente pelo valor, a parte dos automóveis. E isso é mau, quando se diz que é preciso desalavancar o crédito das famílias. Quando a Euribor subir, o que mais cedo ou mais tarde acontecerá, lá vão começar os problemas para pagar as prestações.

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