Bolsa CTT disparam após plano, mas analistas querem mais
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CTT disparam após plano, mas analistas querem mais

Os analistas aplaudiram as medidas anunciadas esta semana pela administração dos CTT, mas dizem que esperavam que a empresa tivesse ido mais longe. A política de dividendos elevada continua a ser uma das áreas de preocupação.
CTT disparam após plano, mas analistas querem mais
Miguel Baltazar/Negócios
Patrícia Abreu 20 de dezembro de 2017 às 22:40

O plano de reestruturação dos CTT foi bem recebido pelo mercado. As acções chegaram a disparar mais de 10% durante a sessão, com os investidores mais confiantes em relação ao futuro da empresa. Já

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comentários mais recentes
Anónimo Há 4 semanas

Resultado do excesso de funcionários e de carreiras para a vida à prova de mercado que se altera ao sabor da evolução dos tempos e do progresso da civilização. A inovadora tecnologia eficaz, eficiente e económica não entra onde o excedentário é protegido qual espécie rara que tem de ser alimentada pelos restantes concidadãos. As coisas começam a mudar. Que mudem assim para melhor em muitas mais organizações públicas e privadas portuguesas. Antes tarde do que nunca.

Anónimo Há 4 semanas

Em organizações públicas e privadas do mundo mais desenvolvido, no âmbito da gestão das organizações faz-se gestão de recursos humanos (GRH). Sem GRH, nem criação de valor ocorre nem elevação dos rendimentos de colaboradores não excedentários se dá, uma vez que os excedentários, por definição, limitam-se a extrair valor. Economias com GRH enriquecem e desenvolvem-se de forma sustentável. Ser excedentário não significa por si só que se seja criminoso ou mesmo incompetente. Ser excedentário é como estar na condição de desempregado mas a ser suportado por uma organização que emprega o desempregado. O desempregado e o excedentário são apenas uma oferta sem procura, e isso não é crime, crime é não fazer GRH. O desempregado, sem procura no mercado laboral onde oferece trabalho. O excedentário, sem procura numa dada organização empregadora que tem que o suportar prejudicando a persecução da sua missão, visão e propósito. Ambos são um problema do Estado de Bem-Estar Social e não do empregador.

Anónimo Há 4 semanas

Os colaboradores cujo posto de trabalho já não se justifica, quer seja na banca, na administração pública ou noutro sector qualquer, já foram remunerados acima do seu preço de mercado durante muito tempo, e por isso o Estado, a economia e a sociedade nada lhes deve. Antes pelo contrário, os colaboradores nessa situação são devedores de uma dívida colossal ao Estado, à economia e à sociedade, que se avoluma a cada dia que passa sem que sejam despedidos.

Anónimo Há 4 semanas

Pagar mensalmente a cada um de 3 directores de uma organização a quantia de 10 mil euros sem qualquer necessidade ou justificação económica ou pagar 1000 euros a 30 colaboradores com cargos não directivos que também ocupem um posto de trabalho efectivo sem qualquer necessidade ou justificação por estarem em demasia na organização ou por existir uma tecnologia muito mais económica, e por ventura mais eficiente, que os pode substituir, é exactamente a mesma coisa. Significa que terei menos retorno sobre o investimento enquanto accionista, mais contribuições e impostos enquanto contribuinte, preço mais elevado para pagar enquanto consumidor e menor remuneração enquanto ofertante de factor trabalho justificável com real procura de mercado num dado momento.

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