Bolsa Depois da euforia, Wall Street corrige

Depois da euforia, Wall Street corrige

Os principais índices bolsistas dos EUA encerraram a recuar ligeiramente, a corrigirem do ímpeto dado ontem pela Fed que às subidas mais expressivas das últimas duas semanas.
Depois da euforia, Wall Street corrige
Bloomberg
Carla Pedro 16 de março de 2017 às 20:23

O Dow Jones fechou a ceder 0,07% para 20.934,55 pontos, depois de ter chegado a estar a apenas 0,5% do seu máximo histórico.

 

O Standard & Poor’s 500, por seu lado, perdeu 0,20% para 2.381,24 pontos, quando o mais alto nível de sempre foi marcado a 1 de Março, quando tocou nos 2.400,98 pontos.

 

Em contrapartida, o tecnológico Nasdaq Composite conseguiu terminar com nota ligeiramente positiva, ao marcar um ganho marginal de 0,01% para se estabelecer nos 5.900,76 pontos. O seu mais recente máximo histórico foi atingido a 1 de Março, nos 5.911,79 pontos.

 

Os mercados reagiram com alegria ao anúncio feito ontem pela Reserva Federal no sentido de manter a subida das taxas de juro sem pressas. Ontem a Fed anunciou um aumento de 25 pontos base dos juros directores e o Comité Federal de Mercado Aberto (FOMC) antecipou mais duas subidas dos juros este ano, indo assim ao encontro das expectativas do mercado, que apontam para três subidas dos juros este ano.

 

O facto de dar indicações de que não pretende acelerar o aumento do preço do dinheiro deixou os investidores satisfeitos. Mas hoje, passada a euforia inicial, foi tempo de corrigir e o impulso comprador perdeu algum gás.

 

O sector que mais pressionou a negociação em Wall Street foi o da saúde, com o grupo das cotadas desta indústria a ceder 0,80%.

 

Hoje, o presidente norte-americano, Donald Trump, revelou a sua proposta para o orçamento de 2018, na qual constam cortes profundamente históricos em praticamente todas as agências e programas federais, dando primazia a aumentos de plafond na defesa, tal como já tinha sido avançado. 




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