Mercados Directora da OCDE: "Os bancos sabem que têm a reputação em jogo"
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Directora da OCDE: "Os bancos sabem que têm a reputação em jogo"

Para Flore-Anne Messy, directora da OCDE para a Educação Financeira, este tema já percorreu um longo caminho, mas está longe de ser uma capacidade adquirida por todos os que dela necessitam.
Directora da OCDE: "Os bancos sabem que têm a reputação em jogo"
Pedri Elias
Mariana Adam 16 de agosto de 2017 às 07:00

A responsável da OCDE para a educação financeira salienta que um dos principais problemas é a desigualdade entre os cidadãos, que não é apenas de rendimentos mas de outras coisas que lhe são associadas,)

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mais votado Anónimo Há 4 dias

A incompetência, o dolo e o desleixo subjacentes aos escândalos de Tancos e Pedrógão são reflexo da incompletude das reformas sugeridas a Portugal pelo FMI, a União Europeia e a própria OCDE. Se o excedentarismo continuadamente subsidiado e o sobrepagamento bem acima do preço de mercado, têm a primazia por parte do poder político e da sociedade em geral, com prejuízo para o investimento reprodutivo, a inovação e o empreendedorismo capazes de criar valor, Tancos, Pedrógão e o 6 de Abril de 2011, serão sempre o corolário lógico de tais opções políticas e desígnios populares.

comentários mais recentes
Esta vive onde? Há 4 dias

Digam à mulher que aqui os otários dos contribuintes pagam isso.

Anónimo Há 4 dias

Amiga está tudo na mesma... com a diferença de que a dívida pública aumentou 80 mil milhões de euros só em Portugal. O BPN agora novo bic já patrocina a bola, o BES já tem lá tudo de novo no Novo Banco o Montepio vai receber nova sede... tudo na boa. O tuga paga em prestações... sempre pagou!

Anónimo Há 4 dias

Para que o investimento estrangeiro pudesse acontecer em Portugal, primeiro seria necessário flexibilizar o mercado laboral português e criar condições para existir um forte e moderno mercado de capitais em Portugal, ou seja, seria preciso que as reformas e recomendações da troika UE-FMI e da própria OCDE, fossem postas em prática o quanto antes. Senão no final só ficaremos com dívida pública e dívida privada para pagar não se sabe como sem que isso se torne manifestamente injusto para grande faixa da população portuguesa actual e futura.

Anónimo Há 4 dias

A pertinência das reformas da troika da UE e do FMI e seus efeitos positivos na economia portuguesa são mais do que ponto assente. A própria OCDE tem alertado para a importância dos governos mais desatentos de territórios relativamente menos desenvolvidos fazerem essas mesmas reformas que as economias e sociedades mais avançadas já encetaram há bastante tempo. O problema não é isso. O problema é que o governo português anti-troika, ou seja, anti-equidade e sustentabilidade, vai reverter tudo do pouco que foi feito e Portugal volta à estaca zero.

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