Obrigações Dívida portuguesa surpreende mas falta o "rating" para convencer
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Dívida portuguesa surpreende mas falta o "rating" para convencer

O Governo tem lançado uma ofensiva junto dos mercados e tentado seduzir novos investidores. Nas últimas semanas, as obrigações nacionais têm surpreendido pela positiva. Mas os analistas dizem que mais descidas dependem de sinais positivos do "rating".
Dívida portuguesa surpreende mas falta o "rating" para convencer
Bruno Simão/Negócios
Rui Barroso 10 de maio de 2017 às 07:00





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mais votado Anónimo Há 2 semanas

O Estado português é mau gestor porque se rege por leis que o impedem de exercer uma correcta e atempada gestão de recursos humanos e o tornam completamente insensível às forças de mercado. Isso fará dele sempre um mau gestor, um perdulário e uma fonte de iniquidade e insustentabilidade. Quando reescreverem as leis, o Estado poderá vir eventualmente a ser um bom gestor dentro daquilo que são as suas áreas de actuação e competências estruturantes e fundamentais.

comentários mais recentes
GabrielOrfaoGoncalves Há 1 semana

(continuação:)

«Para os mais distraídos, Portugal paga mais 22 milhões de euros por dia só em juros da dívida pública.
Dizemos mal dos credores mas continuamos a querer que nos emprestem dinheiro, empréstimo esse sujeito às regras do mercado (havia de ser a quais? às da cabeça do António Costa?).

E para os que dizem que António Costa é o melhor primeiro-ministro de Portugal... bem, têm inteira razão num ponto: nunca os credores estrangeiros tiveram um melhor primeiro-ministro.
À excepção de Sócrates: esse foi, efectivamente, o que mais beneficiou os nossos credores.»

Nota de correcção: o valor do PIB foi, segundo notícias de hoje, 15/Maio, revisto em alta por várias entidades de análise financeira, situando-se, relativamente ao 1º trimestre, num crescimento homólogo de 2,8%. Há notícia sobre este facto neste Jornal.

Não é que isto não deva ser motivo de contentamento. É claro que é!
Mas impõe ver que ainda não chega. Ver que ainda não chega não é ser pessimista. É ser realista.

GabrielOrfaoGoncalves Há 1 semana

Aqui vai o comentário afixado há uns dias, depois apagado - talvez por algum vírus... - e que, aliás, mereceu a resposta de um comentador (de cujo comentário fiz print screen/save para servir de prova em como o meu comentário existiu (de outra forma por que razão alguém me haveria de ter respondido???): é o comentário de um anónimo que começa a resposta tratando-me pelo meu nome).

O comentário era este e foi afixado no dia 10:

«Ora deixa cá ver:
- dívida (superior à riqueza que conseguimos produzir num ano!) com juros de 3% ao ano (cf. gráfico);
- riqueza que conseguimos produzir num ano a crescer a 1,6% (vá que fossem 2%) ao ano. [nota de correcção sobre este aspecto na continuação]
Ou seja, a dívida pública não só supera a riqueza anual (é 130% dela!) como cresce anualmente a uma taxa superior à que a riqueza cresce.
Não sei porquê mas a minha calculadora diz que o fim disto vai ser outra banca-rota.

(continua)

Paulo Goulart Há 2 semanas

Este "Anónimo", com incrível "dor de cotovelo" (ou de corno), bem melhor faria em gastar o seu tempo (de desempregado, certamente) a participar nos Concursos para o Estado; logo veria que não é fácil, especialmente para quadros superiores. E sempre libertava a área de comentários para os reais...

GabrielOrfaoGoncalves Há 2 semanas

Anónimo:

é normal uma família ter uma dívida muito superior àquilo que produz num ano.
O que não é normal é que essa dívida nunca baixe. O normal é a dívida ser, mês após mês, diminuída. Às vezes há percalços, mas a normalidade das pessoas acaba por amortizar totalmente a dívida.
Agora diga-me: nos últimos 40 anos, em que anos é que a dívida pública baixou? Pois, isto é tudo uma... barracada.

Antecipadamente grato,
G. Órfão Gonçalves

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