Bolsa DMIF traz maior transparência para as “bolsas sombra”
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DMIF traz maior transparência para as “bolsas sombra”

A nova directiva para os mercados financeiros (DMIF II) pretende colocar limites às transacções nas chamadas “bolsas sombra”.
DMIF traz maior transparência para  as “bolsas sombra”
Patrícia Abreu 21 de agosto de 2017 às 08:30

As bolsas alternativas têm vindo a crescer, mas a entrada em vigor da nova directiva dos mercados financeiros, no próximo ano, traz novos desafios à sua actividade. A DMIF II pretende aumentar a transparência das operaç)

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mais votado Investidor Pater Familis 21.08.2017

É importante o que de novo a DMIF II traz, referido na noticia. Mas é de salientar algo que a DMIF II também traz e que, se aplicado sem “espertezas saloias” ou apenas para “inglês ver” (no caso, “Bruxelas ver”), poderá trazer benefícios importantíssimos para os investidores e uma autêntica revolução nas gestoras de ativos, com separação de águas entre as que tem vivido parasitariamente, vegetando à custa do prestígio dos seus bancos acionistas, e as que se tem afirmado pela sua qualidade intrínseca e sintonia com interesse dos investidores Na verdade a DMIF II traz a obrigatoriedade dos bancos oferecerem aos seus clientes para além da produção própria como até aqui, produtos de produção alheia. Assim os clientes beneficiarão seguramente com o enfraquecimento de efetivos oligopólios, e com a possibilidade de comprarem “lebre”, quando antes e em muitos casos apenas “gato” (com riscos muitas vezes não totalmente divulgados e a preços ocultamente exorbitantes) lhes era oferecido.

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Investidor Pater Familis 21.08.2017

É importante o que de novo a DMIF II traz, referido na noticia. Mas é de salientar algo que a DMIF II também traz e que, se aplicado sem “espertezas saloias” ou apenas para “inglês ver” (no caso, “Bruxelas ver”), poderá trazer benefícios importantíssimos para os investidores e uma autêntica revolução nas gestoras de ativos, com separação de águas entre as que tem vivido parasitariamente, vegetando à custa do prestígio dos seus bancos acionistas, e as que se tem afirmado pela sua qualidade intrínseca e sintonia com interesse dos investidores Na verdade a DMIF II traz a obrigatoriedade dos bancos oferecerem aos seus clientes para além da produção própria como até aqui, produtos de produção alheia. Assim os clientes beneficiarão seguramente com o enfraquecimento de efetivos oligopólios, e com a possibilidade de comprarem “lebre”, quando antes e em muitos casos apenas “gato” (com riscos muitas vezes não totalmente divulgados e a preços ocultamente exorbitantes) lhes era oferecido.

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