Mercados Dow Jones alcança novo máximo à boleia da Wal-Mart

Dow Jones alcança novo máximo à boleia da Wal-Mart

Wall Street volta aos recordes na véspera de se conhecerem os argumentos da Reserva Federal na última reunião e a dois dias dos primeiros resultados da nova época trimestral.
Dow Jones alcança novo máximo à boleia da Wal-Mart
Reuters
Paulo Zacarias Gomes 10 de outubro de 2017 às 21:02
O índice de referência para as acções industriais nos Estados Unidos fixou esta terça-feira, 10 de Outubro, um novo máximo, a beneficiar de ganhos nas acções do sector do consumo, em particular das da retalhista Wal-Mart.

O Dow Jones subiu 0,31% para 22.830,68 pontos, o seu mais elevado valor em fecho, acompanhado pelas valorizações dos outros dois índices: o tecnológico Nasdaq avançou 0,11% para 6.587,25 pontos e o S&P 500 ganhou 0,24% para 2.550.74 pontos, a dois dias do pontapé de saída da época de resultados trimestrais.

A sustentar as subidas nos títulos norte-americanos (que ao longo da sessão renovaram, todos eles, novos máximos intradiários) estiveram as cotadas do sector energético, à boleia das valorizações do preço do petróleo, na véspera de serem conhecidos vários indicadores sobre esta matéria-prima.

Os investidores aguardam esta quarta-feira pela divulgação das minutas da mais recente reunião da Reserva Federal, na qual se decidiu o início da redução do balanço do banco central, depois de concluídos os programas de compra de activos dos últimos anos. Aguarda-se por sinais sobre novas subidas de juros nos EUA.

Entre os títulos, o destaque do dia foi para a Wal-Mart, que ganhou mais de 4,5% para máximos de mais de dois anos depois de a empresa ter previsto que as suas vendas online vão aumentar cerca de 40% durante o ano fiscal que termina em Janeiro de 2019.

Igualmente a beneficiar de boas perspectivas de lucros estiveram as companhias aéreas American Airlines e United Continental, a ganharem cerca de 5% ao longo do dia.

Na próxima quinta-feira arranca - oficiosamente - a época de resultados trimestrais, com bancos como o JP Morgan e Citigroup a mostrarem as suas contas. 

(Notícia actualizada às 21:15 com mais informação)



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