Bolsa Dow Jones soma e segue com recorde atrás de recorde

Dow Jones soma e segue com recorde atrás de recorde

As bolsas norte-americanas fecharam em terreno misto. A destacar-se pela positiva continuou a estar o Dow Jones, que atingiu um novo máximo histórico.
Dow Jones soma e segue com recorde atrás de recorde
Reuters
Carla Pedro 12 de Dezembro de 2016 às 21:41

A maioria das praças do outro lado do Atlântico fechou a negociar no vermelho neste arranque de semana, com os investidores a revelarem prudência em vésperas da reunião da Fed. No entanto, o índice Dow Jones continuou de "pedra e cal" em terreno positivo e marcou mesmo um novo máximo de sempre.

 

O índice industrial fechou a ganhar 0,20% para 19.796,43 pontos, tendo na negociação intradiária tocado nos 19.824,59 pontos, valor nunca antes atingido.

 

Este tem sido o índice mais sustentado pela perspectiva de um aumento dos gastos em infra-estruturas durante a presidência de Donald Trump, que assume funções a 20 de Janeiro.

 

Em contrapartida, o S&P 500 encerrou a sessão a ceder 0,1% para 2.256,96 pontos, depois de na semana passada ter atingido máximos históricos em quatro das cinco jornadas.

 

Também o tecnológico Nasdaq Composite recuou esta segunda-feira, terminando a resvalar 0,59% para 5.412,53 pontos. Isto após ter estabelecido na passada sexta-feira um novo máximo de sempre nos 5.450,16 pontos.

 

Os títulos das "utilities"e da energia foram os que mais subiram, animados pela continuação dos ganhos do petróleo.

 

A contrastar esteve a banca, numa altura em que o mercado aguarda com expectativa e prudência pela reunião da Reserva Federal norte-americana, que decorre amanhã e quarta-feira.

 

Os economistas inquiridos pela Bloomberg apontam para uma probabilidade de 100% de a Fed decidir aumentar os juros nesta reunião. A autoridade monetária iniciou o movimento de subida das taxas de juro em Dezembro do ano passado, tendo os juros directores aumentado para um intervalo compreendido entre 025% e 0,50% (desde Dezembro de 2008 que estavam fixados no mais baixo nível de sempre, entre 0% e 0,25%).




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