Bolsa Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq em máximos históricos

Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq em máximos históricos

As bolsas norte-americanas encerraram em alta, com os três grandes índices de Wall Street a negociarem em território nunca antes explorado.
Dow Jones, S&P 500 e Nasdaq em máximos históricos
Carla Pedro 18 de setembro de 2017 às 21:08

O Standard & Poor’s 500 encerrou a ganhar 0,15% para 2.503,87 pontos, tendo durante a sessão voltado a marcar um novo máximo histórico ao tocar nos 2.508,32 pontos.

 

Também o Dow Jones fechou no verde, a somar 0,28% para 22.331,35 pontos, depois de na negociação intradiária ter estabelecido o nível mais elevado de sempre nos 22.355,62 pontos.

 

O índice tecnológico Nasdaq Composite seguiu a mesma tendência de subida e terminou a valorizar 0,10% para 6.454,64 pontos, isto depois de ter atingido um nível nunca antes visto, durante a negociação, nos 6.477,77 pontos.

 

Em destaque, do lado altista, estiveram os títulos ligados às tecnologias e biotecnologias, o que impulsionou o Nasdaq.

 

O foco agora, do outro lado do Atlântico, está na reunião de dois dias da Reserva Federal norte-americana, que começa amanhã. A expectativa dos economistas é de que seja anunciado o início do processo de redução do balanço do banco central, que está avaliado em 4,5 biliões de dólares. Além disso, Janet Yellen deverá também anunciar a manutenção da taxa de juro de referência no intervalo de 1% e 1,25%.

 

Os investidores estarão também atentos à divulgação de novos indicadores económicos. Nos EUA, há vários dados de relevo, todos eles relativos a Agosto: o índice de preços de exportação [anterior: 0,4%; estimativa: 0,2%]; o índice de preços de importação [anterior: 0,1%; estimativa: 0,3%]; as licenças de construção [anterior: -4,1%; estimativa: -0,8%]; e a construção de casas [anterior: -4,8%; estimativa: 2,2%].

 

Os receios em torno das tensões com a Coreia do Norte estiveram hoje mais apaziguados, o que ajudou a que os investidores mantivessem o interesse nos mercados accionistas. No entanto, os riscos geopolíticos mantêm-se.

 

Os EUA visam uma resolução pacífica para as tensões com Pyongyang, decorrentes do seu programa nuclear, mas não excluem o uso de força militar se os esforços diplomáticos falharem.




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