Investidor Privado E se for um robot a gerir o seu dinheiro?
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E se for um robot a gerir o seu dinheiro?

Na era da blockchain e da bitcoin, os robots estão a assumir uma relevância cada vez maior no aconselhamento financeiro, devido aos custos mais baixos e soluções automatizadas. Está disposto a confiar o seu dinheiro a um robot?
E se for um robot a gerir o seu dinheiro?

Imagine que vai ao seu banco pedir uma recomendação de investimento e, em vez do seu gestor, é um robot a aconselhá-lo. Pode parecer uma cena de um filme de ficção, mas há cada vez mais investidores a trocarem )

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mais votado Homens ou Robots, quem é melhor ? Há 4 dias

Em Gestão de Fortunas, os Robots são amiúde objetivamente melhores, desde que se apoiem em algoritmos estatisticamente calibrados em horizontes em que não se registaram mudanças estruturais.
E tal porque não estão sujeitos às centenas de enviesamentos que caracterizam uma natureza humana moldada por milhões de anos de competição pelo sucesso biológico, e ainda não adaptada, à competição específica pelo sucesso nos mercados financeiros.
Todavia os períodos sem mudanças estruturais nos mercados de capitais são fugazes, e um robot excepcional nos últimos anos pode passar ex abrupto de “bestial” a “besta”, por terem perdido representatividade os dados que estiveram na base da sua calibragem (aconteceu em 1960, em 1974, em 2000, em 2008, e pode estar para acontecer em breve).
E é nessas alturas que os Humanos, com todas as suas insuficiências cognitivas, se evidenciam: primeiro, os menos maus de todos os gestores e, a seguir, os artífices insubstituíveis da geração seguinte de…robots!

comentários mais recentes
Pergunta interessante, mas descabida Há 3 dias

em é que gere o Robots ? A (aparente) vantagem é para os bancos. Assim sempre se poderão arranjar bodes expiatórios, em caso de fraude. O que eles inventam para descartar responsabilidades.

Gestão de Fortunas e Robots Há 4 dias

Infelizmente há hoje quem venda serviços de Gestão de Fortuna como ontem se vendiam as capacidades da banha da cobra.
A Gestão de Fortunas é um serviço que pode pagar muitas vezes a quem a sabe utilizar, os custos e uma justa margem de lucro de quem a promove.
Mas exige alta competência e dedicação, muito trabalho árduo, espírito de alta competição e criatividade, subordinação completa dos interesses do cliente aos interesses de quem o serve- tudo a antítese de mentalidades ancoradas em snobismo e numa perspetiva de a encarar como um “tacho” ou trampolim para consecução de ambições carreiristas.
Uma Gestão de Fortunas apoiada por inteligência artificial pode acrescentar valor substancial em 4 dimensões: 1) Diagnóstico rigoroso do nível de tolerância ao risco; 2) Extração de qualidade da quantidade de alternativas de investimento consideradas; 3) Hierarquização das melhores alternativas; 4) Combinação ótima de investimentos de forma a maximizar a relação rendibilidade/risco.

Prós e Contras dos Robots Há 4 dias

Em nome do interesse da Sociedade, tudo o que possa contribuir para uma distribuição da riqueza refletindo critérios de prevalência do mérito, do trabalho esforçado e competente, da salvaguarda do futuro através da poupança – é digno de ser estimulado por quem (CMVM ?) deverá representar o interesse geral.
Será o caso do Aconselhamento Automático na Gestão de Fortunas que, por exemplo, pode conduzir, de um ratio de 1 gestor de conta para cada 50 clientes, para um ratio de 1 para 200, sem perda de qualidade efetiva, e inclusive com possível melhoria.
Mas não é fácil implementar tais serviços, não tanto pelo receio que suscita de levar a redução de receitas do seu promotor(e até não foi o caso, muito pelo contrário na Investil, gestora dos fundos de investimento do BNU) mas porque a Gestão de Fortunas, sujeita inevitavelmente às flutuações dos mercados, não deixa de depender do calor de uma relação humana quando há que sustentar a confiança em difíceis tempos de “vacas magras”.

Homens ou Robots, quem é melhor ? Há 4 dias

Em Gestão de Fortunas, os Robots são amiúde objetivamente melhores, desde que se apoiem em algoritmos estatisticamente calibrados em horizontes em que não se registaram mudanças estruturais.
E tal porque não estão sujeitos às centenas de enviesamentos que caracterizam uma natureza humana moldada por milhões de anos de competição pelo sucesso biológico, e ainda não adaptada, à competição específica pelo sucesso nos mercados financeiros.
Todavia os períodos sem mudanças estruturais nos mercados de capitais são fugazes, e um robot excepcional nos últimos anos pode passar ex abrupto de “bestial” a “besta”, por terem perdido representatividade os dados que estiveram na base da sua calibragem (aconteceu em 1960, em 1974, em 2000, em 2008, e pode estar para acontecer em breve).
E é nessas alturas que os Humanos, com todas as suas insuficiências cognitivas, se evidenciam: primeiro, os menos maus de todos os gestores e, a seguir, os artífices insubstituíveis da geração seguinte de…robots!

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