Bolsa Energéticas impedem arranque positivo do PSI-20

Energéticas impedem arranque positivo do PSI-20

A bolsa nacional abriu a sessão de segunda-feira com uma queda ligeira, como acontece, aliás, no resto da Europa. As empresas ligadas à energia, que poderão ser alvo de nova tributação, estão a penalizar.
Energéticas impedem arranque positivo do PSI-20
Bloomberg
Diogo Cavaleiro 03 de Outubro de 2016 às 08:07

A bolsa nacional está em queda muito ligeira no arranque da semana. O índice de referência PSI-20 perde uns ligeiros 0,05% para 4.594,98 pontos, seguindo o caminho traçado pelas restantes praças europeias. 

 

Esta é uma semana que arranca com várias questões em cima da mesa. O Deutsche Bank continua a ser o centro das atenções, embora tenha começado o dia no verde, após ter, também, disparado na sexta-feira, o que permite afastá-lo de mínimos históricos.

 

O Reino Unido é outro elemento a causar turbulência: a primeira-ministra Theresa May anunciou que, no primeiro trimestre do próximo ano, será accionado o artigo que desencadeia a saída do país da União Europeia.

 

Por fim, a saída de Pedro Sánchez da liderança do PSOE em Espanha que poderá trazer uma clarificação política para o país.

 

Assim, a Europa amanheceu sem grandes definições, com o Stoxx 600, que reúne as 600 maiores empresas do continente, a ceder 0,2%.

 

Lisboa também cai com a energia sob tensão, depois noticiado pelo Negócios que o PS e o BE estão a negociar um pacote de medidas que visa combater rendas na energia, podendo ocorrer um novo aumento da tributação.

 

A EDP Renováveis cai 1,18% para 7,062 euros ao passo que a casa-mãe EDP recua 0,40% para 2,977 euros. No sector, a REN perde uns ligeiros 0,04% para 2,602 euros.

 

Em dia de negociação mista do petróleo nos mercados internacionais (os preços caem em Nova Iorque e sobem em Londres), a Galp Energia soma mas também de forma muito tímida, ganhando 0,08% para 12,175 euros.

 

A contribuir para a queda da bolsa portuguesa está também a Sonae SGPS, cedendo 0,74% para 0,675 euros. Em contraponto, a concorrente Jerónimo Martins, que fez uma mais-valia de 75 milhões com a venda da subsidiária Monterroio, soma 0,68% para 15,54 euros.


Os CTT avançam 0,30% para 6,013 euros enquanto a Nos cede 0,07% para 6,053 euros.


(Notícia actualizada com mais cotações às 8:15)



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comentários mais recentes
Trader 03.10.2016

Olá Malta bom dia
Comprem ctt e Impresa que eu estou bem entalado e não sei o que fazer
Acho que os meus gráficos me enganaram
BN

Anónimo 03.10.2016

Maldito CTT que não vales nada. Até o champalimaud deixou de comprar, agora que está em mínimos. Devem vir ai resultados de porcaria.

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