Obrigações Estado aumenta montante a emitir em leilão de dívida de curto prazo

Estado aumenta montante a emitir em leilão de dívida de curto prazo

A agência que gere o crédito público confirmou a realização de um leilão de bilhetes do Tesouro na próxima quarta-feira. Mas aumentou o valor a emitir nessa operação.
Estado aumenta montante a emitir em leilão de dívida de curto prazo
Pedro Elias/Negócios
Rui Barroso 14 de outubro de 2016 às 16:07

O Estado vai regressar ao mercado de dívida de curto prazo, confirmando o leilão de bilhetes do Tesouro para a próxima quarta-feira, 19 de Outubro. Apesar de a operação estar marcada para a véspera da reunião do Banco Central Europeu (BCE) e dois dias antes da revisão do "rating" por parte da DBRS, a agência que gere o crédito público, o IGCP, reviu em alta o montante indicativo.

Nas linhas de actuação para o quarto trimestre, divulgadas a 3 de Outubro, a entidade liderada por Cristina Casalinho apontava para uma colocação de entre 750 milhões e 1.000 milhões de euros neste leilão, que incidirá sobre bilhetes do Tesouro a três e a 11 meses.

 

No entanto, na nota à imprensa divulgada esta sexta-feira, 14 de Outubro, o IGCP refere que os leilões têm um montante indicativo global de entre 1.000 e 1.250 milhões de euros. O duplo leilão está agendado para as 10:30. As linhas que serão alvo da operação têm como maturidade 20 de Janeiro de 2017 e 22 de Setembro de 2017.

 

Após a operação da próxima quarta-feira, o Estado planeia regressar ao mercado de dívida de curto prazo a 16 de Novembro, contanto nessa altura colocar entre 1.500 e 1.750 milhões de euros em bilhetes do Tesouro a seis e a 12 meses. 


(Notícia actualizada às 16:19)


A sua opinião4
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
comentários mais recentes
Skizy 16.10.2016

Aumenta o montante a emitir em divida, e anuncia que não havera mais reembolsos antecipados ao FMI.
Ui que o tusto já esta a acabar e estão a ficar a rasca, com as contas do excel!

nin 14.10.2016

Se fosse para amortizar, mas não creio.

Anónimo 14.10.2016

amortizar a divida longo prazo para ganhar na diferença dos juros que se pagam entre ambas.

geringonca 14.10.2016

Pedir, pedir, e pedir mais enquanto nos emprestam, um festival de divida.

pub