Bolsa Euronext não faz alterações no PSI-20

Euronext não faz alterações no PSI-20

A entidade que gere a bolsa portuguesa anunciou que não haverá mexidas nas empresas que fazem parte do PSI-20.
Euronext não faz alterações no PSI-20
Bruno Simão/Negócios
Rui Barroso 08 de junho de 2017 às 17:29

O PSI-20 continuará com as mesmas 19 cotadas, após a revisão trimestral do índice. A informação foi avançada esta quinta-feira, 8 de Junho, num comunicado da Euronext. Nas revisões trimestrais, a entidade que gere a bolsa nacional não tende a fazer alterações à constituição do PSI-20. Explica que essas avaliações de Junho, Setembro e Dezembro "servem para facilitar a inclusão de empresas que entraram recentemente no mercado ou para substituir cotadas que foram removidas".

Na última revisão anual, o PSI-20 passou a ter 19 cotadas, após a inclusão da Ibersol e da Novabase. Esteve durante algum tempo com apenas 17 empresas, após a exclusão do BPI no índice de referência do mercado nacional na sequência da OPA do CaixaBank.

Actualmente também a EDP Renováveis, que faz parte do PSI-20, é alvo de uma OPA. Mas a oferta da EDP ainda não arrancou. Já no caso do Montepio, que também integra o índice, a passagem do banco a sociedade anónima e consequente emissão de novas acções representativas e fim do fundo de participação, não deverá ser um motivo para a exclusão do PSI-20. Pelo menos até à próxima revisão anual, que acontecerá em Março de 2018.

A bolsa nacional não tem empresas suficientes que cumpram com os critérios de entrada no PSI-20. A Euronext exige que para estarem na principal montra as cotadas tenham um valor de mercado ajustado às acções disponíveis para negociação (que não estão nas mãos de accionistas de referência) superior a 100 milhões de euros, entre outros critérios relacionados com a liquidez.

No entanto, caso não exista número suficiente de empresas a cumprir os critérios, o índice deverá ter no mínimo 18 cotadas. A próxima revisão trimestral é em Setembro. 




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comentários mais recentes
GLINTT 08.06.2017

A nossa tecnológica GLINTT vai ser a próxima a duplicar, as campeãs de prejuízos já subiram 100% e a GLINTT que dá lucro e já foi alvo de OPA subiu 45%. Pode ser alvo de outra OPA da Farminveste para a tirar da Bolsa. Mas deviam agora pagar 1€ cada acção. Já valeu 5€ em 2004.

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