Obrigações Famílias garantem 23% do financiamento do Estado
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Famílias garantem 23% do financiamento do Estado

Termina esta terça o prazo de subscrição da nova OTRV, no valor de 1.300 milhões de euros. Entre estas obrigações e certificados, o Estado já colocou mais de 6.000 milhões nas famílias.
Famílias garantem 23% do financiamento do Estado
Bruno Simão
Patrícia Abreu 28 de novembro de 2017 às 07:00

Os instrumentos de poupança do Estado têm vindo a tornar-se cada vez mais relevantes no financiamento do Estado. Contabilizando a emissão de 1.300 milhões de euros em Obrigações do Tesouro de Rendimento Variá

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mais votado Anónimo Há 2 semanas

E 50% do financiamento do Estado proveniente do investimento das famílias é em si mesmo nada mais do que dívida pública emitida pela República Portuguesa em nome de todos. Quem nada tem a ver com funcionalismo público excedentário nem com bancos falidos resgatados e subsidiados só pode protestar e clamar pelo regresso da polícia da troika sempre que os meliantes se abeiram novamente de si à semelhança de perigosas associações de malfeitores da pior espécie. Bandalhos! Chamem a Polícia!

comentários mais recentes
Rendibilidade de… 1.1 % ? Há 2 semanas

De acordo com artigo publicado no Jornal de Negócios on line de 15 do corrente, uma carteira de ativos construída com base nas melhores previsões conhecidas dos principais ativos ao dispor dos investidores nos mercados de capitais, e otimizada segundo a teoria do prémio Nobel Markowitz, estava a fornecer uma expectativa de rendibilidade média anual durante 10 anos, de 4.4%, para uma volatilidade de 14%.
Estou longe de Portugal. E aqui onde estou tenho uma infinidade de possibilidades de investir num tal tipo de carteira.
Mas obviamente preferia investir no país onde nasci, que me criou e educou.
Pergunto portanto:
Haverá bancos em Portugal, praticando comissões não superiores ao que é comum na Europa, e que estejam a oferecer aos seus clientes fundos de investimento de expectativas equivalentes ao supramencionado?
Se há, digam para eu investir;
Se não há, também digam para eu colocar a questão aos Políticos que me representam em Portugal, como é meu direito de cidadão Português

Re: “MAIS VOTADO Anónimo” Há 2 semanas

Augusto Senhor,
Votámos como ordenou a estes seus humildes sacristãos, e conseguimos apurar até agora, 26 votos !
Ninguém ousou pôr em causa as vossas soberanas ordens até porque há a convicção que serão as mesmas Vox Populi.
Mas, Senhor, como entre os Portugueses “há sempre alguém que resiste, há sempre alguém que diz não” (como em dias que já vão distantes dizia o “ voz da liberdade” – o poeta hoje do Regime Manuel Alegre- na Voz da Liberdade que na noite escura se ouvia clandestinamente na Terra Lusa), causou estranheza o facto de V.Alteza se referir a “bancos falidos resgatados e subsidiados”!
Mas acaso terá havido nos últimos anos neste amado "jardim à beira mar plantado", banco mais subsidiado do que aquele que os Portugueses tão bem conhecem, e há tanto tempo ?!
Que São Mateus, padroeiro dos bancários, proteja e ilumine Vossa Alteza e que agora mais do que nunca o guie por caminhos que não sejam só de penitência e austeridade, mas também de motivação, dinamismo e criatividade.

Anónimo Há 2 semanas

Os europeus, Portugal incluído, são vítimas da Sharia, anti-liberal e inerentemente anti-mercado, dos direitos adquiridos. A mesma que defende o direito ao trabalho dê por onde der e os empregos e generosos benefícios sociais garantidos para a vida toda e sempre a subir, o keynesianismo despesista do tipo que ordena a abertura de buracos nas ruas só para depois os ter que tapar logo de seguida e assim ver o PIB anual crescer por virtude de um efeito multiplicador quase bíblico que acaba sem pão ou sem peixe alguns para a multidão e o esquema em pirâmide da Segurança Social estatal cuja base se estreita a cada ano que passa e desemboca na imigração "open door", sem critérios de selectividade orientados para as reais necessidades ditadas pelas forças de mercado a cada momento. Nos condomínios fechados para as elites cada vez mais enclausuradas, como One Hyde Park, muitos deles financiados por Estados islâmicos, tudo está tranquilo...

Anónimo Há 2 semanas

É sobejamente conhecido o número de países que estão a fazer efectivamente reformas tão profundas quanto acertadas ou não fossem esses países cada vez mais fortes socialmente e economicamente. Dos escandinavos aos da Oceania, dos da América do Norte ao Reino Unido e à Alemanha. E reformas neste contexto, entenda-se, implicam invariavelmente liberalização e flexibilização quase plena dos mercados de factores produtivos, de bens e de serviços. Promovendo um mercado saudável e funcional onde quer o pós-doutorado como o rapazola das Novas Oportunidades ganham consoante o valor que sabem criar, dadas as reais condições de oferta e procura de mercado face àquilo que têm para oferecer na economia, e não consoante a moldura legal que os torna mais ou menos imunes às forças de mercado no decorrer de toda uma carreira assente na mais pura extracção de valor sem qualquer pertinência, sentido ou justificação. Estas reformas, obviamente, compelem todos os agentes económicos para a criação de valor.

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