Mercados num minuto Fecho dos mercados: Bolsas e petróleo em queda, euro em máximos

Fecho dos mercados: Bolsas e petróleo em queda, euro em máximos

As principais praças europeias iniciaram a semana em queda, mantendo o desempenho negativo do final da semana. Isto num dia em que os preços do petróleo também caíram.
Fecho dos mercados: Bolsas e petróleo em queda, euro em máximos
Bloomberg
Raquel Godinho 31 de julho de 2017 às 17:35

Os mercados em números

PSI-20 somou 0,32% para 5.189,23 pontos

Stoxx 600 desceu 0,13% para 377,85 pontos

S&P 500 valoriza 0,01% para 2.472,45 pontos

Juros da dívida a dez anos caíram 4,5 pontos base para 2,881%

Euro sobe 0,55% para 1,1816 dólares

Brent desce 0,38% para 52,32 dólares por barril


Bolsas europeias prolongam quedas do final da semana

As principais praças europeias terminaram a semana em queda e prolongaram este desempenho na primeira sessão desta semana. A desanimar os investidores estiveram resultados abaixo do esperado apresentados por algumas empresas. O sector automóvel esteve entre os piores desempenhos da sessão.

 

A bolsa nacional, contudo, contrariou esta tendência e terminou a sessão em alta. O PSI-20 somou 0,32% para os 5.189,23 pontos. O sector da energia foi o principal responsável por este desempenho, com a EDP a somar 1,11% para os 3 euros e a Galp Energia a avançar 1,12% para os 13,54 euros, depois de ter apresentado resultados que ficaram acima do esperado pelos analistas.


Juros da dívida continuam abaixo dos 3%

No arranque da semana, os investidores exigiram um juro mais baixo para apostar na dívida pública portuguesa. A tendência de queda da taxa de juro foi quase generalizada. Na maturidade de referência, a 10 anos, a taxa de juro cedeu 4,5 pontos-base para os 2,881%. A dívida alemã na mesma maturidade também recuou mas menos, o que levou o diferencial a descer para os 233,87 pontos. Deste modo, o prémio de risco da dívida portuguesa renovou mínimos de 18 meses.

 

Euribor a três meses em queda

As taxas Euribor registaram desempenhos diferentes nos diversos prazos. A Euribor a três meses, em valores negativos desde Abril de 2015, desceu para -0,330%, mantendo-se ainda acima do mínimo histórico de -0,332%. Já a taxa a seis meses, que serve de indexante em mais de metade dos créditos à habitação em Portugal, subiu para -0,271%. A Euribor a nove meses também avançou para -0,207%, enquanto a taxa de mais longo prazo, a 12 meses, avançou para -0,151%.

 

Euro em máximos de dois anos e meio

A moeda única europeia continua a valorizar face ao dólar, tendo mesmo atingido o valor mais elevado desde Janeiro de 2015. O euro soma 0,55% para os 1,1816 dólares, no dia em que foram anunciados os dados da inflação da Zona Euro. A taxa de inflação manteve-se em 1,3%, em Julho.

 

Petróleo corrige depois de ter superado os 50 dólares

Os preços do petróleo estão a negociar em queda nos principais mercados de referência. Depois de terem superado os 50 dólares nos Estados Unidos, as cotações regressaram às quedas. A matéria-prima põe, assim, termo a um ciclo de cinco dias de ganhos. Na próxima semana, os representantes da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) e alguns países fora do cartel reúnem-se em Abu Dhabi para discutir porque é que alguns países não estão a cumprir com os cortes de produção acordados. Em Nova Iorque, o West Texas Intermediate (WTI) cede 0,64% para os 49,39 dólares por barril, enquanto em Londres, o Brent desvaloriza 0,38% para os 52,32 dólares por barril.  

 

Ouro atinge máximos de seis semanas

O ouro atingiu, esta segunda-feira, o valor mais elevado em seis semanas, isto depois de acumular o maior ganho mensal desde Fevereiro. O metal foi animado, no último mês, pela desvalorização do dólar que aumenta a atractividade do investimento na matéria-prima que está cotada na moeda americana. Além disso, os gestores de fundos mais do que duplicaram as suas apostas na subida do ouro na semana terminada a 25 de Julho. Esta segunda-feira, o metal precioso soma 0,13% para os 1.271,23 dólares por barril.




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