Fundos de investimento Fundo quer reestruturar empresas em dificuldades
Assinatura Digital. Negócios Primeiro Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE

Fundo quer reestruturar empresas em dificuldades

O CoRe Restart, um fundo de capital de risco que está em fase de constituição, pretende apostar em PME endividadas ou com problemas de gestão. O objectivo é regenerar estas empresas num prazo máximo de oito anos e vender.
Fundo quer reestruturar empresas em dificuldades
Bruno Simão
Patrícia Abreu 28 de setembro de 2017 às 22:45

A economia portuguesa vive um bom momento, suportada pelo forte crescimento do turismo e do imobiliário. Mas a recuperação não é transversal a todos os sectores, com muitas empresas do tecido empresarial portuguê)

Assinatura Digital. Negócios Primeiro
Para ler tudo faça LOGIN ou ASSINE
Análise, informação independente e rigorosa.
Para saber o que se passa em Portugal e no mundo,
nas empresas, nos mercados e na economia.
  • Inclui acesso ao ePaper, a versão do Negócios tal como é impresso em papel. Veja aqui.
  • Acesso ilimitado a todo o site negocios.pt
  • Acesso ilimitado via apps iPad, iPhone, Android e Windows
Saiba mais



A sua opinião4
Este é o seu espaço para poder comentar o nosso artigo. A sua opinião conta e nós contamos com ela.
Faltam 300 caracteres
Negócios oferece este espaço de comentário, reflexão e debate e apela aos leitores que respeitem o seu estatuto editorial, promovam a discussão construtiva e combatam o insulto. O Negócios reserva-se ao direito de editar, apagar ou mesmo modificar os comentários dos seus leitores se atentarem contra o bom senso e seriedade.O acesso a todas as funcionalidades dos comentários está limitada a leitores registados e a Assinantes.
comentar
mais votado Inércia no público, dinamismo no privado 29.09.2017

Deseja-se ao novo Fundo as maiores felicidades e reconhece-se a sua oportunidade, a sua utilidade para o País e o seu possível interesse para os investidores (hoje tão frustrados na busca de oportunidades de rendibilização das suas poupanças como Diógenes na Grécia antiga na busca de um homem honesto ).A associação de Nuno Fernandes Tomaz ao novo Fundo, é fator positivo e só é pena que o seu reconhecido dinamismo e criatividade não se tenham evidenciado mais quando ainda há pouco superintendeu como administrador da Caixa Geral de Depósitos, os fundos de investimento da mesma (que infelizmente deixou muito aquém do que seria o seu potencial imenso de desenvolvimento). Não pode, todavia, deixar de se lamentar relativamente ao novo Fundo que, o que teria sido em princípio factível no âmbito da CGD exclusivamente para benefício público, venha agora a ser levado à prática antes de mais para benefício privado.

comentários mais recentes
RE: ex editor do Diário Economico. 01.10.2017

Espera-se que seja uma confirmação do princípio de Voltaire, "Les beaux esprits se rencontrent", que venha acrescentar real valor ao novo fundo e que a sua cooptação não concretize tão-só uma preocupação de imagem e uma intenção de "épater le bourgeois" .

Anónimo 29.09.2017

olha o ex editor do Diário Economico.....

Zorro 29.09.2017

Tenham cuidado com uma das “maldições” que pesam sobre os fundos de investimento.São excelentes instrumentos para oferecer à poupança rendibilidades que os Depósitos lhes não podem dar; são, como já houve quem dissesse, os possíveis Depósitos do século XXI – mas têm antes de mais de ultrapassar conflitos de interesse, superar problemas de agência e defender em primeira linha o interesse dos seus investidores, não servindo de meros veículos para servir de suporte a nepotismos e justificar, sustentar e perpetuar cargos de administradores e possíveis parasitas, atraídos por ilusões de desnecessidade de exigente competência e trabalho árduo. Não será o caso deste novo e promissor fundo, mas, se o seguro morreu de velho, investidor prevenido vale por dois.

Inércia no público, dinamismo no privado 29.09.2017

Deseja-se ao novo Fundo as maiores felicidades e reconhece-se a sua oportunidade, a sua utilidade para o País e o seu possível interesse para os investidores (hoje tão frustrados na busca de oportunidades de rendibilização das suas poupanças como Diógenes na Grécia antiga na busca de um homem honesto ).A associação de Nuno Fernandes Tomaz ao novo Fundo, é fator positivo e só é pena que o seu reconhecido dinamismo e criatividade não se tenham evidenciado mais quando ainda há pouco superintendeu como administrador da Caixa Geral de Depósitos, os fundos de investimento da mesma (que infelizmente deixou muito aquém do que seria o seu potencial imenso de desenvolvimento). Não pode, todavia, deixar de se lamentar relativamente ao novo Fundo que, o que teria sido em princípio factível no âmbito da CGD exclusivamente para benefício público, venha agora a ser levado à prática antes de mais para benefício privado.

Notícias só para Assinantes
Exclusivos, análise, informação independente e credível. Para saber o que se passa em Portugal e no mundo, nas empresas, nos mercados e na economia. Inclui acesso à versão ePaper.
Mais uma forma de ler as histórias
da edição impressa do Negócios.
Se ainda não é Assinante Saiba mais
pub