Mercados Fundo soberano da Noruega reduz posição na Pharol

Fundo soberano da Noruega reduz posição na Pharol

O Norges Bank diminuiu a sua participação na operadora liderada por Palha da Silva, de 4,15% para 3,11%.
Fundo soberano da Noruega reduz posição na Pharol
Pedro Elias/Negócios
Carla Pedro 18 de maio de 2017 às 23:26

O Norges Bank, fundo soberano da Noruega, reduziu a sua posição na Pharol, de 4,15% para 3,11%, segundo um comunicado da operadora, divulgado junto da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários.

 

Segundo o mesmo documento, a alienação de parte dessa posição ocorreu na segunda-feira, 15 de Maio.

 

Antes da transacção, o Norges Bank detinha 2,0003% de direitos de voto associados a acções e 2,15% de direitos de voto detidos através de instrumentos financeiros, num total de 4,15%. Após a operação, passou a deter 1,97% e 1,14%, respectivamente, com o total a ascender a 3,11%.

 

O Norges Bank é assim, actualmente, sexto maior accionista da empresa liderada por Palha da Silva (na foto).

 

O maior accionista da operadora portuguesa é a Telemar Norte Leste (integralmente detida pela Oi - que por sua vez é detida em 27,49% pela Pharol, através da sua subsidiária Bratel), com 10%. Seguem-se o Novo Banco com 9,56% e o BCP com 6,17%.

 

Na sessão bolsista de Lisboa, esta quinta-feira, a Pharol encerrou a cair 7,03% para 23,8 cêntimos, marcando a maior desvalorização do índice PSI-20 – à conta de ser a principal accionista da brasileira Oi, sendo que foi uma sessão em que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) afundou 10% devido a um escândalo de subornos que envolve o Presidente Michel Temer.

 




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comentários mais recentes
Anónimo 23.05.2017

O Fundo de Riqueza Soberano da Noruega aplica excedentes do Estado em activos diversificados em redor do mundo, de acções e obrigações a imobiliário. Em Portugal usa-se o que o Estado tem e não tem para pagar carreiras no sector público e bancário que não deviam existir. É a diferença entre sociedades muito avançadas e outras menos avançadas e sempre à beira da falência e do resgate externo.

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