Fundos de investimento Fundos batem o PSI-20 com ganhos até 16% em 2017
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Fundos batem o PSI-20 com ganhos até 16% em 2017

A sobreexposição a títulos com menor peso no índice, como as mais recentes promoções do PSI-20, tem ajudado a bater o mercado.
Fundos batem o PSI-20 com ganhos até 16% em 2017
Bruno Simão/Negócios
Patrícia Abreu 12 de setembro de 2017 às 07:10

Os fundos de acções nacionais continuam a destacar-se entre os mais rentáveis em 2017, suportados pelo bom desempenho das cotadas portuguesas este ano. A aposta certeira em companhias com menor peso no índice tem-lhes permitido

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mais votado Defender Poupança, fazer crescer Patrimónios 12.09.2017

Em época em que as taxas de juro (segundo o banco de Inglaterra) são as mais baixas dos últimos milénios (leu-se bem, dos últimos milénios !!!) defender e fazer crescer o que se poupa é ainda mais difícil do que sempre foi. Os fundos de investimento, oferecendo diversificação do risco em princípio a baixo custo, serão mais do que nunca um relevante estimulo à poupança em países de baixo nível de poupança, e uma alternativa interessante ao serviço de quem quer e pode poupar. Mas para isso é necessário que sejam bem geridos, tenham à sua frente gestores nomeados pela sua experiência e competência, que se pautem por preocupações de transparência na divulgação dos riscos, e de proporcionalidade entre as comissões que cobram e o valor que acrescentam em benefício dos investidores. Fazem-se votos para que possa ser o caso dos fundos oferecidos aos Portugueses pelas gestoras Portuguesas, sejam elas quais forem mas em particular da histórica que voltou a reconquistar a liderança em Portugal.

comentários mais recentes
Ouriço Caixeiro (retificação) 12.09.2017

A propósito do último lugar da CGD no ranking dos fundos nacionais de ações, só se espera que o milhão de € que o Paulo Macedo tinha de pagar e não pagou ao Ravara Marques, para satisfazer a sua decisão de não o convidar para a administração da CGD, não sendo pago pelo diretamente responsável (Paulo Macedo), não venha a sê-lo indiretamente pelos clientes dos fundos da Caixa. Isto em decorrência dos prejuízos possíveis por se pôr alguém sem experiência de fundos, como presidente de uma instituição exigindo extrema experiência e competência, e responsável pela gestão de perto de 30 biliões de capitais alheios. E também mau é que, se as coisas derem para o torto possa pagar o justo pelo pecador não sendo o direto responsável a ser crucificado na praça pública, mas sim os humildes trabalhadores da rede de vendas da CGD que, seguindo as recentes diretivas da nova administração da CGD, têm procurado incentivar a aquisição de fundos de investimento pelos clientes da CGD.

Ouriço Caixeiro 12.09.2017

A propósito do último lugar da CGD no ranking dos fundos nacionais de ações, só se espera que o milhão de € que o Paulo Macedo tinha de pagar e não pagou ao Ravara Marques, para satisfazer a sua decisão de não o convidar para a administração da CGD, venha a ser pago não pelo directamente responsável (Paulo Macedo), mas sim indiretamente pelos clientes dos fundos da Caixa. Isto em decorrência dos prejuízos possíveis por se pôr alguém sem experiência de fundos, como presidente de uma instituição exigindo extrema experiência e competência, e responsável pela gestão de perto de 30 biliões de capitais alheios. E também mau é que, se as coisas derem para o torto, poderá pagar o justo pelo pecador e não será o direto responsável a ser crucificado na praça pública, mas sim os humildes trabalhadores da rede de vendas da CGD que, seguindo as recentes diretivas da nova administração da CGD, têm procurado incentivar a aquisição de fundos de investimento pelos seus clientes da CGD.

Zorro 12.09.2017

A “histórica” que voltou a reconquistar a liderança dos fundos de investimento em Portugal é a gestora da Caixa Geral de Depósitos, o banco de mais de 60% dos Portugueses.Infelizmente o fundo de acções nacionais da CGD aparece classificado em último lugar! Pode ser simples azar, e oxalá que assim seja. Que a competência dos profissionais da referida gestora venha ao de cima, e que não sejam os eternos sacrificados, os clientes da CGD, a pagarem a opção do Paulo Macedo, ao escolher para gerir o referido fundo (e para não ser responsável por ter de pagar ao eleito 1 milhão de € de indemnização por não o ter querido como administrador da CGD), não alguém com experiência passada de fundos de investimento, mas sim com larga experiência passada em…despedimentos! Que não seja a velha maldição dos fundos: em princípio são excelentes, desde que… não sejam utilizados para gerir lugares de administradores e outros interesses, em prioridade a gerirem ativos e o interesse dos seus clientes.

Defender Poupança, fazer crescer Patrimónios 12.09.2017

Em época em que as taxas de juro (segundo o banco de Inglaterra) são as mais baixas dos últimos milénios (leu-se bem, dos últimos milénios !!!) defender e fazer crescer o que se poupa é ainda mais difícil do que sempre foi. Os fundos de investimento, oferecendo diversificação do risco em princípio a baixo custo, serão mais do que nunca um relevante estimulo à poupança em países de baixo nível de poupança, e uma alternativa interessante ao serviço de quem quer e pode poupar. Mas para isso é necessário que sejam bem geridos, tenham à sua frente gestores nomeados pela sua experiência e competência, que se pautem por preocupações de transparência na divulgação dos riscos, e de proporcionalidade entre as comissões que cobram e o valor que acrescentam em benefício dos investidores. Fazem-se votos para que possa ser o caso dos fundos oferecidos aos Portugueses pelas gestoras Portuguesas, sejam elas quais forem mas em particular da histórica que voltou a reconquistar a liderança em Portugal.

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