Fundos de investimento Fundos de investimento vivem melhor ano desde 2009
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Fundos de investimento vivem melhor ano desde 2009

As subscrições superam os 800 milhões de euros este ano, com a indústria prestes a anular os resgates registados ao longo do último ano. A maior aposta da banca na venda de fundos e os juros negativos justificam a aposta.
Fundos de investimento vivem melhor ano desde 2009
Bruno Simão/Negócios
Patrícia Abreu 05 de dezembro de 2017 às 23:20

O investimento está a regressar aos fundos de investimento. O ambiente de baixas taxas de juro, associado à aposta comercial dos bancos na venda de fundos tem acelerado a subscrição destes produtos de poupança. Apenas

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mais votado 1-- Fundos, os Depósitos do século XXI ? Há 1 semana

No princípio deste século previa-se:
1) A Banca , de atividade de recolha de Depósitos/concessão de Empréstimos, evoluiria para uma intensa Gestão de Ativos;
2) Os Fundos de Investimento seriam os Depósitos do século XXI.
Nenhumas das previsões se concretizaria ( consequência da “grande recessão” de 2008 e do enorme escândalo que abalou a indústria dos fundos nos EUA, com repercussões por todo o mundo ?).
Mas, por um lado, as piores sequelas de 2008 terão sido ultrapassadas;
Por outro lado, as “CMVMs”, por todo o mundo tornaram-se mais exigentes, com nomeadamente a da Suécia, a dar o exemplo de combater o escândalo dos “closet funds”: fundos que dizem praticar gestão ativa com todos os custos inerentes, que cobram aos investidores comissões altas - mas que, à sorrelfa, praticam uma gestão puramente passiva ou quase, com toda a inerente economia de custos e com a desculpa, quando denunciados, de ignorem os custos que estão a ter por... não terem contabilidade para tal!

comentários mais recentes
Votos de um Português investidor em Fundos Há 1 semana

Votos para que:
1- Aumento da procura de Fundos seja fruto da melhoria de qualidade e não de pressões sobre as redes de vendas para aumentarem receitas;
2- As expectativas de rendibilidade dos Fundos possam constituir incentivo para Portugueses pouparem mais, na perspectiva de que poderão obter recompensa que os Depósitos não podem oferecer;
3-Se desenvolva em Portugal um setor de Fundos que não fique atrás da concorrência estrangeira, que sirva os Portugueses e também possibilite exportar competência para os povos de Língua Portuguesa;
4- Se procure reter em Portugal os melhores profissionais da gestão de Fundos instituindo estilos de gestão baseados em princípios de meritocracia, de alta competição, de irradicação de vícios de nepotismo e de parasitagem em tachos;
5-Comissões dos Fundos reflitam os custos com a gestão dos mesmos, sem a ambição de proporcionar rendibilidades de perto de 500% aos intermediários, sobre os capitais regulamentares envolvidos e sem ocultação de riscos.

CMVM e "Closet funds" Há 1 semana

Para meu esclarecimento, para esclarecimento dos Deputados que também representam os interesses dos investidores portugueses, para tentar evitar que novos "casos" venham a debilitar o tão martirizado panorama financeiro Português (casos do BES, BPN, Banif, ect) , alguém me pode aqui esclarecer o que é que a nossa CMVM anda a fazer no domínio do combate aos "Closet funds" ?
DECLARAÇÂO DE INTERESSES : Sou um Português, por ora fora do País, mas que quer voltar a investir em Portugal com a certeza de que, mais do que uma "Gestão de Tachos", a Gestão de Ativos em Portugal é baseada em princípios de rigor e de competência, princípios professados, tenho a certeza pelos Profissionais Portugueses do sector.

2-- Fundos, os Depósitos do século XXI ? Há 1 semana

Com maiores exigências à Supervisão; com os Depósitos a proporcionarem rendibilidades reais negativas - os fundos de investimento, são a alternativa que resta, num país desesperadamente carente de estímulos objetivos à poupança para a defender e fazer crescer.
Será, em boa verdade, um novo período de “Belle Époque “ que se abre aos fundos e aos intermediários que os vendem.
Mas também é uma responsabilidade cívica e profissional para os seus Gestores sobre quem recai a missão nobre de levar ao maior número possível de pequenos ou grandes investidores as reais vantagens dos fundos: a liquidez; a possibilidade de rendibilidades superiores aos depósitos; a neutralização do risco idiossincrático; a imensa variedade de escolha e de adaptação à visão do investidor; a esperança (muito difícil mas não infactível) de vir a bater os índices de mercado.
Estamos certos que Gestores, bem como Supervisores e Intermediários, saberão estar à altura das suas responsabilidades.

1-- Fundos, os Depósitos do século XXI ? Há 1 semana

No princípio deste século previa-se:
1) A Banca , de atividade de recolha de Depósitos/concessão de Empréstimos, evoluiria para uma intensa Gestão de Ativos;
2) Os Fundos de Investimento seriam os Depósitos do século XXI.
Nenhumas das previsões se concretizaria ( consequência da “grande recessão” de 2008 e do enorme escândalo que abalou a indústria dos fundos nos EUA, com repercussões por todo o mundo ?).
Mas, por um lado, as piores sequelas de 2008 terão sido ultrapassadas;
Por outro lado, as “CMVMs”, por todo o mundo tornaram-se mais exigentes, com nomeadamente a da Suécia, a dar o exemplo de combater o escândalo dos “closet funds”: fundos que dizem praticar gestão ativa com todos os custos inerentes, que cobram aos investidores comissões altas - mas que, à sorrelfa, praticam uma gestão puramente passiva ou quase, com toda a inerente economia de custos e com a desculpa, quando denunciados, de ignorem os custos que estão a ter por... não terem contabilidade para tal!

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