Bolsa Galp e Sonae pressionam abertura do PSI-20

Galp e Sonae pressionam abertura do PSI-20

A bolsa nacional negoceia no vermelho pela segunda sessão consecutiva, penalizada sobretudo pela Galp e pela Sonae. Na Europa, a manhã também é de perdas.
Rita Faria 02 de Dezembro de 2016 às 08:13

A bolsa nacional está a negociar em queda pela segunda sessão consecutiva esta sexta-feira, 2 de Dezembro, com o PSI-20 a descer 0,34% para 4.421,36 pontos. A Galp Energia e a Sonae são as empresas que mais penalizam o índice nacional, numa altura em que 11 cotadas estão a descer, quatro a subir e três inalteradas.

Na Europa, a tendência é igualmente negativa, com os investidores a aguardarem a divulgação dos dados do emprego nos Estados Unidos, esta sexta-feira, e o resultado do referendo em Itália, que se realiza este domingo.

No plano nacional, a Galp Energia desce 0,53% para 13,025 euros, acompanhando a descida dos preços do petróleo nos mercados internacionais. A matéria-prima está a aliviar das fortes subidas das duas últimas sessões, em que esteve a beneficiar do acordo da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) para cortar a produção.

Ainda na energia, a EDP cai 0,22% para 2,693 euros e a EDP Renováveis desliza 0,3% para 5,912 euros.

A contribuir para a descida do PSI-20 está também a Sonae, que perde 0,64% para 77,5 cêntimos, enquanto a sua congénere do retalho, a Jerónimo Martins, recua 0,14% para 14,49 euros. 

Também a Navigator e a Semapa estão a pressionar o índice nacional. A antiga Portucel desliza 0,74% para 2,961 euros enquanto a Semapa cai 1,34% para 12,115 euros. 

Por outro lado, a evitar maiores perdas na bolsa de Lisboa estão a banca e os CTT. O BCP ganha 0,25% para 1,186 euros, o BPI soma 0,09% para 1,129 euros e a empresa de correios valoriza 0,09% para 5,80 euros. 




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comentários mais recentes
germano Há 3 dias

Esperemos pelos dados dos japoneses sobre a economia asiática e, sobretudo, pelos metais. Esses quase nunca falham. E Deus nos acuda. Os gestores das empresas portuguesas querem carros de luxo pagos pela empresa, telemoveis de última geração e cartão de crédito, para fazerem inveja uns aos outros.

ABCDEF1 Há 3 dias

Os malditos motas e engiles nem merecem ser comentados.

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