Obrigações IGCP espera mais melhorias de "rating" este ano
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IGCP espera mais melhorias de "rating" este ano

A Moody's, a única das três grandes agências de notação financeira a avaliar Portugal com um nível especulativo, pronuncia-se sobre o país em Abril.
IGCP espera mais melhorias de "rating" este ano
Bruno Simão
Patrícia Abreu 18 de janeiro de 2018 às 07:00

Portugal voltou a ser classificado, nos últimos meses, com um grau de investimento por parte de duas das três grandes agências de notação financeira. E o instituto que gere a dívida portuguesa está confiante

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mais votado Anónimo Há 6 dias

Há quem tenha taxas de juro da dívida pública ainda mais negativas, desde há muito mais tempo e para muitos mais prazos. São aquelas economias, que pela sua reduzida dimensão junto dos seus principais parceiros económicos e comerciais (ex: 17 milhões de almas em 2 Alentejos, Holanda, desenvolve e produz para os gigantes económicos e para as potências todas) ou pelo seu incipiente (e transitório) grau de internacionalização (ex: Tigres económicos low-cost do ex-Bloco de Leste/Comunista), dependem de credores externos, e não tanto de internos (os internos, se os há, recebem juros para investir dentro da própria economia doméstica), e onde os mercados de factores produtivos e de bens e serviços são, histórica e culturalmente, mercados amplamente liberalizados onde se pode despedir e desinvestir onde já não faz qualquer sentido, para criar logo de seguida mais valor orientado por e para as condições de mercado, que de outra forma não poderia ser criado porque não haveria recursos para tal.

comentários mais recentes
Anónimo Há 6 dias

Uma economia pode apresentar um crescimento anual fantabulástico (assente num exagerado endividamento público e privado ou por acréscimo numa pontual conjuntura favorável a nível de mercado externo, por exemplo), mas se cria pouco ou nenhum valor, ou extrai mais valor do que aquele que consegue legitimamente capturar no mercado global, e estes têm sido os paradigmas económicos de Portugal ao longo da sua história económica, isso não é sustentável e as crises mais ruinosas terão sempre margem para despontar a qualquer momento quando os diversos desequilíbrios atingem um ponto de não retorno.

Anónimo Há 6 dias

Mas as taxas de juro da dívida da República Portuguesa, uma das maiores do mundo em percentagem do PIB, para todos os prazos no mercado de capitais, estão entre as mais elevadas no conjunto de todos os países da Eurozona que são os nossos termos de comparação mais directa.

Anónimo Há 6 dias

É uma janela de oportunidade que se abre para especuladores treinados na arte de especular nas suas salas de trading especulativo ganharem muitos milhões. Com a saída da troika e a chegada do PS ao governo, começou a formar-se um mercado nicho para a nova grande hipoteca da República Portuguesa. O irresponsável e marcadamente eleitoralista governo em funções em tudo ajudou a criar esse mercado da ruína e dependência futura dos portugueses. A oferta de dívida excessiva e não reprodutiva tem procura que irá gerar enormes retornos sobre o investimento a quem quiser ganhar com a auto-infligida destruição de Portugal. Não garante absolutamente nada em termos de sustentabilidade da dívida lusa, sustentabilidade futura do Estado ou em termos de um futuro bom para a economia portuguesa e a sua população, para as quais de resto estes especuladores se estão literalmente a marimbar. O dinheiro não dorme. Que durmam então os portugueses que não percebem isto nem irão ver isto chegar outra vez.

Anónimo Há 6 dias

Vamos ouvir excelentes elogios ao governo e à dívida portuguesa por parte de todas aquelas instituições que já aplicaram o dinheiro na dívida que Portugal emite. De outras instituições, que não estão a especular com a nossa dívida, os avisos e recomendações continuam enquanto se justificar. Os que já investiram têm meios ao seu dispor para especular propagandeando, tendo também muito a ganhar com o número de prestidigitação do governo das esquerdas, e agora só vão emitir comunicados favoráveis a dizer maravilhas da dívida portuguesa emitida pelas autoridades e até da genialidade do governo em funções enquanto não venderem com mais valias. Querem espalhar confiança nas políticas que nós sabemos serem erradas do governo socialista e pressionar os juros para baixo, ou seja, querem o valor dos títulos a ir para cima para venderem antes de se começar a falar novamente no novo resgate à República Portuguesa. Há muito dinheiro a ganhar com o hipotecar do futuro dos portugueses. Siga a festa.

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