Trading IMF – Alibaba aponta a máximos históricos

IMF – Alibaba aponta a máximos históricos

Empresa chinesa quebrou mais uma resistência importante e poderá agora testar máximos atingidos em 2014. Euro/Dólar consolida, crude e ouro continuam a valorizar.
IMF – Alibaba aponta a máximos históricos
A Alibaba, empresa de comércio eletrónico chinesa, estreou-se em bolsa em setembro de 2014. Arrancou com um preço por ação de $99.70, tendo atingido os seus máximos históricos dois meses depois, nos $120.00. Nessa altura iniciou uma tendência de baixa que teve o seu mínimo nos $57.20, em setembro de 2015. No entanto, a recuperação só iniciou verdadeiramente já no início de 2016, voltando a superar os $100 em setembro do mesmo ano. Seguiu-se uma queda de 20% até dezembro, que já foi mais do que anulada com a subida registada em 2017.
De facto, esta semana a empresa chinesa superou os $110 registados em setembro passado, negociando assim em máximos desde 2014. Este sinal de força, que vem reforçar a tendência de alta no curto prazo, permite perspetivar uma aproximação aos máximos histórico, nos $120.00 - barreira "intermédia" a $115.00 (níveis de 2014). Este cenário apenas ficaria comprometido abaixo da referência técnica e psicológica dos $100.



Euro/Dólar interrompe queda
O Eur/Usd estancou as perdas e volta a negociar acima de $1.0600. Na última semana, o dólar esteve pressionado pela tensão geopolítica envolvendo os EUA com a Rússia e a China. A moeda foi também penalizada pelos comentários de Donald Trump, que a considerou "demasiado forte".
Tecnicamente, o Eur/Usd tenta formar uma "base" a partir de $1.0570. Se for bem-sucedido, mantém intacta a recuperação em alta iniciada em janeiro, nos $1.0350 – esta perspetiva apenas ganharia maior sustentação acima da zona de resistência entre $1.0680 e $1.0710. Do lado inferior, a toada de baixa no curto prazo seria retomada abaixo de $1.0570, com o par a apontar nesse cenário à região de $1.0500.


CRUDE em máximos de um mês
O crude avançou pela terceira semana consecutiva, regressando à zona de $53. Os preços foram suportados pelo ataque na Síria, o fecho de um campo petrolífero na Líbia, e a perspetiva de que a OPEP irá prolongar os cortes de produção – qualquer um destes fatores limita a oferta.
O crude regressou ao intervalo que prevaleceu entre dezembro e novembro ($51 - $55), havendo condições para uma consolidação nesta zona: a subida tem sido quase ininterrupta e alguns indicadores técnicos encontram-se demasiado "esticados". Não obstante, o viés de curto prazo é de alta e um sinal de fragilidade surge apenas abaixo dos $51.00. Numa perspetiva de médio prazo o cenário também é positivo, continuando a prevalecer a "cunha ascendente" formada desde abril de 2016.


OURO acentua ganhos
O ouro registou mais um impulso em alta na última semana, renovando máximos desde novembro e aproximando-se dos $1300. A crescente tensão entre os EUA, Rússia e China, face às situações na Síria e Coreia do Norte, provocou uma maior procura por ativos de "refúgio".
Depois de ter quebrado em alta os $1260, o ouro deu mais um sinal técnico de força ao ultrapassar a trendline descendente, traçada desde os máximos de julho passado. Deste modo, dá mais uma indicação de reversão à tendência desenvolvida desde aí, reforçando a toada de alta no curto prazo. Os $1310 constituem o próximo objetivo, não devendo ser atingidos antes de uma correção/consolidação. Em todo o caso, o cenário positivo apenas seria colocado em causa abaixo de $1240.


As análises técnicas aqui publicadas não pretendem, em caso algum, constituir aconselhamento ou uma recomendação de compra e venda de instrumentos financeiros, pelo que os analistas e o Jornal de Negócios não podem ser responsáveis por eventuais perdas ou danos que possam resultar do uso dessas informações. Caso pretenda ver esclarecida alguma dúvida acerca da Análise Técnica, por favor contactar a IMF ou o Jornal de Negócios.





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